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Escola Bíblica Dominical - 2º Trimestre 2017 - Lição Nr 13

domingo, 25 de junho de 2017

Jesus!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Crise Migratória







Crise Migratória - Conheça as principais rotas usadas pelos estrangeiros na Europa








quinta-feira, 22 de junho de 2017

6 Sintomas de Transtorno Emocional



6 sintomas que podem indicar um transtorno emocional


Conheça alguns sinais que podem indicar transtornos mentais e comportamentais


Alterações no funcionamento da mente, do humor, do raciocínio e do comportamento afetam o desempenho e a vida de milhares de pessoas, e estão entre as três principais causas de incapacitação para o trabalho no Brasil. O país concentra o maior número de casos de depressão na América Latina (11,5 milhões) e de ansiedade no mundo (18,6 milhões), segundo informações da OMS. Para a psicóloga Sandra Gaya, uma das idealizadoras do projeto social itinerante Annitas Pensem Fora da Caixa!, voltado ao empoderamento de alto impacto como medida de prevenção aos inúmeros transtornos, as mudanças podem não ser notadas de gradativamente.
Estar atento e observar a frequência e a intensidade dos sintomas é o mais aconselhado. Por isso, separamos 6 sintomas que podem indicar que a pessoa esteja desenvolvendo um transtorno emocional e comportamental, segundo a psicóloga Sandra Gaya, confira:
1) Isolamento social
“É normal sentir a necessidade de ficar sozinho um pouco ou preferir uma rotina caseira ao lado da família. Mas, se a pessoa tem uma rotina social e muda repentinamente, e passa a recusar convites dos amigos, a não interagir com a mesma frequência, ou se afasta das pessoas, pode não ser um bom sinal. Ter falta de ânimo para trabalhar, para estudar ou realizar atividades que sempre foram prazerosas são alguns motivos para ficar alerta”, comenta a especialista em empoderamento feminino de alto impacto, a psicóloga Sandra Gaya.
2) Baixa autoestima
A insegurança, o perfeccionismo exacerbado e a falta de cuidado pessoal perceptível indicam a baixa autoestima. Segundo a psicóloga, a pessoa não se permite errar e tem medo ou vergonha de si mesma, pois está sempre preocupada com o que vão falar sobre ela. Ou então, passa a não ter o mesmo cuidado com os cabelos e unhas, por exemplo. Outra prática comum que demonstra a baixa autoestima é o consumo em excesso de alimentos e bebida alcoólica, que podem gerar sobrepeso, bem como dependência emocional pela comida e bebida.
3) Irritabilidade
Quando a irritabilidade está relacionada a um acontecimento específico ou esporádico é normal. O alerta é para quando esse sentimento se torna algo constante e sem motivo aparente. “Deve se ter um maior cuidado quando a pessoa explode facilmente e de forma constante, se torna intolerante aos incômodos, não consegue controlar impulsos emocionais, age com agressividade e tem pensamentos destrutivos em relação aos outros ou a si mesmo. Nesse caso, ela precisa de ajuda. Pessoas com alteração de humor intensa também tendem a tomar ansiolíticos ou antidepressivos de forma desenfreada e sem prescrição médica. A automedicação mascara a origem do que de fato precisa ser combatido, fazendo com que a disfunção emocional e comportamental fique cada vez mais acentuada”, explica Sandra Gaya.
4) Esquecimento
O esquecimento repentino pode estar ligado ao estresse, à falta de vitaminas, ao alcoolismo e outros fatores como a falta de atenção ou de foco. Também pode estar relacionada à privação do sono e até a dificuldade de permanecer parado. São comportamentos que podem causar distúrbios psíquicos, segundo a especialista, e é preciso estar atento para uma rotina saudável.
5) Alterações de hábitos e do humor
A ausência de apetite, a falta de vontade de comer e a diminuição de atividades físicas são sinais de alerta. “As pessoas necessitam de atividades de lazer como leitura, cinema e atividade física além de alimentos saudáveis. Quem entra ‘numa rotina de chatice ou de trabalho’ sem trégua pode ficar doente, além de alterações de humor como estresse, euforia e tristeza profunda. É preciso viver em equilíbrio”, destaca a psicóloga.
6) Sintomas físicos
“As pessoas com depressão possuem baixa tolerância à dor pela diminuição da produção de neurotransmissores”, indica Sandra Gaya. Além disso, o sentimento de frustração, medo ou insegurança pode gerar problemas físicos, como é o caso de alergias, gastrite, úlcera, cefaleia, prisão de ventre, suor, taquicardia e enxaqueca. Como bem lembra a especialista, a mente e o corpo formam um sistema único.
Quando ficar alerta
Se você identificou mais de cinco sintomas e, alguns deles têm prejudicado o seu desempenho profissional ou interação com os amigos e a família, fique alerta! O mais indicado é procurar a ajuda de um profissional da área da saúde o quanto antes.
“Se a pessoa está pra baixo, de corpo presente e mente distante, nada a satisfaz e vê tudo negro ao redor é necessária ajuda médica emergencial. É impossível não ver os sinais, nesse caso. O suicídio, infelizmente uma das consequências da depressão, pode acontecer e ser motivado por uma crise existencial, quando a pessoa perde o objetivo de vida”, explica a psicóloga.
Projeto social previne transtornos emocionais
No Brasil, o projeto social Annitas Pensem Fora da Caixa!, em homenagem à heroína Anita Garibaldi, foi lançado em abril deste ano, primeiramente em Santa Catarina, a servidoras públicas. É voltado ao empoderamento de alto impacto, método inovador na América Latina, e tem como intuito prevenir os altos índices de transtornos emocionais.
“Entendemos empoderamento como a capacidade de um indivíduo provocar as mudanças necessárias para evoluir, se fortalecer e se sentir capaz. Para chegar a esse resultado, o método foi desenvolvido ao longo de cinco anos de estudo e pesquisas em diferentes áreas do conhecimento para trabalhar de forma prática as emoções das participantes”, explica a psicóloga Sandra Gaya, uma das idealizadoras do projeto social.
Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle


quinta-feira, 15 de junho de 2017

O Filho da Viúva de Naim


Toda Judéia ficou sabendo da história sobre o filho da viúva de Naim. Naim, que em hebraico significa a bela, a graciosa, era uma aldeia construída próximo ao Hermom, a sudoeste de Nazaré.
Naim está situada na região de Suném, onde morava a sunamita, figura muito conhecida no Antigo Testamento.
Atualmente Naim é uma pequena cidade edificada sobre os escombros da aldeia que existiu.
Jesus percorreu trinta e oito Km, vindo de Cafarnaum, onde curou o escravo de um centurião. Ele pôde chegar a Naim à tarde, horário em que normalmente se realizavam os funerais.
E ele estava acompanhado por muitas pessoas felizes, que glorificavam a Deus pelos sinais que haviam visto. Mas Jesus quando rodeava e subia a encosta que leva à cidade de Naim, encontra um cortejo fúnebre. O morto, um jovem, filho único de uma mãe viúva. O filho da viúva de Naim.
O cortejo fúnebre, seguia em sentido contrário ao de Jesus, para o cemitério, que se localizava (conforme o uso dos hebreus), a certa distância das casas, fora da povoação.
A dez minutos a leste de Naim, ainda hoje são vistos sepulcros abertos na rocha.
E há esse contraste de ânimos. De um lado, uma multidão alegre pelo que presenciaram com Jesus. De outro, parentes e amigos, choravam a morte de um filho querido.
"E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade." Lucas 7:12

A Viúva de Naim

E a mãe do jovem morto, via a tragédia da sua vida se agravar ainda mais. Já havia perdido o marido e passado um sofrimento enorme. Como a mulher naquela época não podia ter emprego e salário, restou ao filho prover o seu sustento.
o filho da viúva de naim O Filho da Viúva de Naim.

Porém com a morte de seu filho, esta viúva sofrida, além do sofrimento da separação pela morte de sua família, estava agora sozinha, sem nenhum meio de sustento. A viúva de Naim estava exposta à solidão e à miséria.
Os moradores da cidade ficaram comovidos ao tomar conhecimento daquela tragédia que se desenhava. Logo se juntou muita gente, abalada pela morte do filho da viúva, ainda mais tocada por seu próprio destino que se revelava entristecedor.

A Ressurreição do Filho da Viúva de Naim

E Jesus ao vê-la, moveu-se de íntima compaixão por ela. Em um lance o mestre entendeu a vida daquela pobre viúva.
O mestre movido em si mesmo, aproxima-se do esquife (uma espécie de urna fúnebre) e o toca. O cortejo é paralisado. Pela lei cerimonial não se podia tocar em um morto. Mas o mestre não se prende à letra, ele não fica insensível ao sofrimento humano.
"E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar." Lucas 7:14
Nos corações já se podia ouvir murmurações, como pode um judeu tocar um morto? Mas o mestre mostra que é senhor da lei, da vida e da morte. Jesus ordena e o morto se levanta. O mestre carinhosamente o conduz e o entrega a sua mãe.
a ressurreição do filho da viúva de naim A Ressurreição do Filho da Viúva de Naim

Ninguém mais resiste ficar calado. Todos se maravilham e glorificam a Deus! Definitivamente a morte encontrou com a vida naquele dia! O enterro virou festa! Coisas de Jesus.
Um dia pra ficar marcado na história daquela cidade e de todo Israel!
O mundo precisava saber: Todo aquele que crê em Jesus, com certeza, ainda que esteja morto, viverá!
Fonte de referência,estudos e pesquisa: http://www.rudecruz.com

sábado, 10 de junho de 2017

Filosofia Moderna

filosofia moderna começa no século XV quando tem início o Idade Moderna e permanece até o século XVIII, com a chegada da Idade Contemporânea.
Resultado de imagem para filosofia modernaBaseada na experimentação, a filosofia moderna vem questionar valores relacionados com os seres humanos bem como sua relação com a natureza. O racionalismo e o empirismo demostram essa mudança de modo que o primeiro está associado a razão humana (considerada uma extensão do poder divino), e o segundo está baseado na experiência.

Contexto Histórico: Resumo

O final de Idade Média que estava calcado no conceito de teocentrismo (Deus no centro do mundo) e no sistema feudal terminou com o advento da Idade Moderna, que reúne diversas descobertas científicas (nos campos da astronomia, ciências naturais, matemática, física, etc.) dando lugar ao pensamento antropocêntrico (homem no centro do mundo). Assim, esse período esteve marcado pela revolução do pensamento filosófico e científico, deixando de lado as explicações religiosas do medievo e criando novos métodos de investigação científica. Foi dessa maneira que o poder da Igreja Católica enfraqueceu cada vez mais.Nesse momento, o humanismo tem um papel centralizador oferecendo uma posição mais ativa do ser humano na sociedade, ou seja, como um ser pensante e com maior liberdade de escolha.
Diversas transformações ocorreram no pensamento europeu da época, que culminaram na passagem do feudalismo para o capitalismo, o surgimento da burguesia, a formação dos estados nacionais modernos, o absolutismo, o mercantilismo, a reforma protestante, as grandes navegações, a invenção da imprensa, a descoberta do novo mundo e o início do movimento renascentista.

Características

As principais características da filosofia moderna estão pautadas nos conceitos:
  • Antropocentrismo e Humanismo
  • Cientificismo
  • Valorização da natureza
  • Racionalismo (razão)
  • Empirismo (experiências)
  • Liberdade e idealismo
  • Renascimento e iluminismo
  • Filosofia laica (não religiosa)

Principais Filósofos Modernos

Confira abaixo os principais filósofos e os principais problemas filosóficos da Idade Moderna:
Michel de Montaigne (1523-1592): inspirado no epicurismoestoicismo, humanismo e ceticismo, Montaigne foi um filósofo, escritor e humanista francês que trabalhou com temas da essência humana, moral e política. Foi o criador do gênero textual ensaio pessoal quando publicou sua obra “Ensaios”, em 1580.
Nicolau Maquiavel (1469-1527): considerado “Pai do Pensamento Político Moderno”, Maquiavel foi filósofo e político italiano do período do Renascimento, que introduziu princípios morais e éticos para a Política, separando a política da ética, teoria analisada em sua obra mais emblemática “O Príncipe”, publicada postumamente em 1532.
Jean Bodin (1530-1596): filósofo e jurista francês, Bodin contribuiu para a evolução do pensamento político moderno com sua "teoria do direito divino dos reis", analisada em sua obra “A República”. Segundo ele, o poder político estava concentrado numa só figura que representa a imagem de Deus na Terra, baseada nos preceitos da monarquia.
Francis Bacon (1561-1626): filósofo e político britânico, Bacon colaborou com a criação de um novo método científico, sendo considerado um dos fundadores do "método indutivo de investigação científica", o qual estava baseado nas observações dos fenômenos naturais. Além disso, apresentou a “teoria dos ídolos” em sua obra “NovumOrganum”, que, segundo ele, alteravam o pensamento humano bem como prejudicava o avanço da ciência.
Galileu Galilei (1564-1642): “Pai da Física e da Ciência Moderna”, Galileu foi um astrônomo, físico e matemático italiano que colaborou com diversas descobertas científicas na época baseadas na teoria heliocêntrica de Nicolau Copérnico (a Terra gira em torno do sol), contrariando assim, os dogmas expostos pela Igreja Católica. Ademais, foi criador do “método matemático experimental”, o qual está baseado na observação dos fenômenos naturais, experimentações e valorização da matemática.
René Descartes (1596-1650): filósofo e matemático francês, Descartes é reconhecido por uma de suas célebres frases: “Penso, logo existo”. Foi criador do pensamento cartesiano, sistema filosófico que deu origem à Filosofia Moderna, analisada em sua obra “O Discurso sobre o Método”, um tratado filosófico e matemático, publicado em 1637.
Baruch Espinosa (1632-1677): filósofo holandês, Espinosa baseou suas teorias num racionalismo radical criticando e combatendo as superstições (religiosa, política e filosófica) que, segundo ele, estariam pautadas na imaginação. A partir disso, o filósofo acreditava na racionalidade de um Deus transcendental e imanente identificado com a natureza, o qual fora analisado em sua obra “Ética”.
Blaise Pascal (1623-1662): filósofo e matemático francês, Pascal contribuiu com estudos pautados na busca da verdade, refletidos na tragédia humana. Segundo ele, a razão não seria o fim ideal para provar a existência de Deus, uma vez que o ser humano é impotente e está limitado às aparências. Em sua obra “Pensamentos”, apresenta suas principais indagações acerca da existência de um Deus baseado no racionalismo.
Thomas Hobbes (1588-1679): filósofo e teórico político inglês, Hobbes buscou analisar as causas e propriedades das coisas, deixando de lado a metafísica (essência do ser). Baseado nos conceitos do materialismo, mecanicismo e empirismo, desenvolveu sua teoria donde a realidade é explicada pelo corpo (matéria) e por seus movimentos (aliados à matemática). Sua obra mais emblemática é um tratado político denominado de “Leviatã” (1651), mencionando a teoria do “contrato social” (existência de um soberano).
John Locke (1632-1704): filósofo inglês empirista, Locke foi precursor de muitas ideias liberais criticando assim, o absolutismo monárquico. Segundo ele, todo o conhecimento era proveniente da experiência e o pensamento humano estaria pautado nas ideias de sensações e reflexão donde a mente seria uma "tábula rasa" no momento do nascimento. Assim, as ideias são adquiridas ao longo da vida a partir de nossas experiências.
David Hume (1711-1776): filósofo e diplomata escocês, Hume seguia a linha empirista e do ceticismo, criticando o racionalismo dogmático e o raciocínio indutivo, analisados em sua obra “Investigação Acerca do Entendimento Humano”. Na obra, ele defende a ideia do desenvolvimento do conhecimento a partir da experiência sensível, donde as percepções estariam divididas em: impressões (associadas aos sentidos) e ideias (representações mentais resultantes das impressões).
Montesquieu (1689-1755): filósofo e jurista francês do iluminismo, Montesquieu foi um defensor da democracia e crítico do absolutismo e do catolicismo. Sua maior contribuição teórica foi a separação dos poderes estatais em três poderes (poder executivo, poder legislativo e poder judiciário) formulada em sua obra: O Espírito das Leis (1748). Segundo ele, essa caracterização protegeria as liberdades individuais, ao mesmo tempo que evitaria abusos dos governantes.
Voltaire (1694-1778): filósofo, poeta, dramaturgo e historiador francês foi um dos mais importantes pensadores do Iluminismo, movimento baseado na razão. Defendeu a monarquia governada por um soberano esclarecido e a liberdade de individual e de pensamento, ao mesmo tempo que criticou a intolerância religiosa e o clero. Segundo ele, a existência de Deus seria uma necessidade social e, portanto, se não fosse possível confirmar sua existência, teríamos de inventá-lo.
Denis Diderot (1713-1784): filósofo e enciclopedista do iluminismo francês, ao lado de Jean le Rond D’Alembert (1717-1783) organizou a “Enciclopédia”, uma obra de 33 volumes que reunia os conhecimentos de diversas áreas. Contou com a colaboração de diversos pensadores, tal qual Montesquieu, Voltaire e Rousseau. Essa publicação foi primordial para a expansão do pensamento moderno burguês da época e dos ideais iluministas.
Rousseau (1712-1778): Jean-Jacques Rousseau foi um filósofo social e escritor suíço e uma das mais importantes figuras do movimento iluminista. Foi um defensor da liberdade e crítico do racionalismo. Na área da filosofia investigou temas acerca das instituições sociais e políticas, sendo suas obras mais destacadas o “Discurso sobre a origem e os fundamentos das desigualdades entre os homens” (1755) e o “Contrato Social” (1972).
Adam Smith (1723-1790): filósofo e economista escocês, Smith foi o principal teórico do liberalismo econômico, criticando assim o sistema mercantilista. Sua obra mais emblemática é o “Ensaio sobre a riqueza das nações” em que defende uma economia baseada na lei da oferta e procura, o que resultará na autorregulação do mercado e que consequentemente, supriria as necessidades sociais.
Immanuel Kant (1724-1804): filósofo alemão iluminista, Kant buscou explicar os tipos de juízos e conhecimento desenvolvendo um “exame crítico da razão”. Em sua obra “Crítica da razão pura” (1781) ele apresenta duas formas que levam ao conhecimento: o conhecimento empírico (a posteriori) e o conhecimento puro (a priori). Além dessa obra, merece destaque a “Crítica da razão prática” (1788). Em resumo, na filosofia Kantiana, o conhecimento seria resultado da sensibilidade e do entendimento.
Amplie ainda mais seus conhecimentos no tema, com a leitura dos artigos:


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