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Escola Bíblica Dominical - 2º Trimestre 2017 - Lição Nr 04

domingo, 23 de abril de 2017

Palestra Para Inspirar Educadores • Mario Sergio Cortella

sábado, 22 de abril de 2017

O Iluminismo e seus Pensadores

O ILUMINISMO - Pensadores e características


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Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu durante o século XVIII na Europa, que defendia o uso da razão (luz) contra o antigo regime (trevas)  e pregava maior liberdade econômica e política.

Este movimento promoveu mudanças políticas, econômicas e sociais, baseadas nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.

O Iluminismo tinha o apoio da burguesia, pois os pensadores e os burgueses tinham interesses comuns.

As críticas do movimento ao Antigo Regime eram em vários aspectos como:
- Mercantilismo.
-Absolutismo monárquico.
- Poder da igreja e as verdades reveladas pela fé.
Com base nos três pontos  acima, podemos afirmar que o Iluminismo defendia:
- A liberdade econômica, ou seja, sem a intervenção do estado na economia.
- O Antropocentrismo, ou seja, o avanço da ciência e da razão.
- O predomínio da burguesia e seus ideais.

As idéias liberais do Iluminismo se disseminaram rapidamente pela população. Alguns reis absolutistas, com medo de perder o governo - ou mesmo a cabeça -, passaram a aceitar algumas idéias iluministas.
Estes reis eram denominados Déspotas Esclarecidos, pois tentavam conciliar o jeito de governar absolutista com as idéias de progresso iluministas.
Alguns representantes do despotismo esclarecido foram: Frederico II, da Prússia; Catarina II, da Rússia; e Marquês de Pombal, de Portugal.
Alguns pensadores ficaram famosos e tiveram destaque por suas obras e idéias neste período. São eles:
John Locke
John Locke é Considerado o “pai do Iluminismo”. Sua principal obra foi “Ensaio sobre o entendimento humano”, aonde Locke defende a razão afirmando que a nossa mente é como uma tábula rasa sem nenhuma idéia.

Defendeu a liberdade dos cidadãos e Condenou o absolutismo.



Voltaire

François Marie Arouet Voltaire destacou-se pelas críticas feitas ao clero católico, à inflexibilidade religiosa e à prepotência dos poderosos.

Montesquieu
Charles de Secondat Montesquieu em sua  obra “O espírito das leis”  defendeu a tripartição de poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

No entanto, Montesquieu não era a favor de um governo burguês. Sua simpatia política inclinava-se para uma monarquia moderada.



Rousseau


Jean-Jacques Rousseau é autor da obra “O contrato social”, na qual afirma que o soberano deveria dirigir o Estado conforme a vontade do povo. Apenas um Estado com bases democráticas teria condições de oferecer igualdade jurídica a todos os cidadãos.
Rousseau destacou-se também como defensor da pequena burguesia.

Quesnay
François Quesnay foi o representante oficial da fisiocracia. Os fisiocratas pregavam um capitalismo agrário sem a interferência do Estado.

Adam Smith
Adam Smith foi o principal representante de um conjunto de idéias denominado liberalismo econômico, o qual é composto pelo seguinte:
- o Estado é legitimamente poderoso se for rico;
- para enriquecer, o Estado necessita expandir as atividades econômicas capitalistas;
- para expandir as atividades capitalistas, o Estado deve dar liberdade econômica e política para os grupos particulares.
A principal obra de Smith foi “A riqueza das nações”, na qual ele defende que a economia deveria ser conduzida pelo livre jogo da oferta e da procura.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Como surgiu a AIDS - SIDA?


Como surgiu a aids?

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Ela surgiu a partir de um vírus chamado SIV, encontrado no sistema imunológico dos chimpanzés e do macaco-verde africano. Apesar de não deixar esses animais doentes, o SIV é um vírus altamente mutante, que teria dado origem ao HIV, o vírus da aids. O SIV presente no macaco-verde teria criado o HIV2, uma versão menos agressiva, que demora mais tempo para provocar a aids. Já os chimpanzés deram origem ao HIV1, a forma mais mortal do vírus. “É provável que a transmissão para o ser humano, tanto do HIV1 como do HIV2, aconteceu em tribos da África central que caçavam ou domesticavam chimpanzés e macacos-verdes”, diz o infectologista Jacyr Pasternak, do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Não há consenso sobre a data das primeiras transmissões. O mais provável, porém, é que tenham acontecido por volta de 1930. Nas décadas seguintes, a doença teria permanecido restrita a pequenos grupos e tribos da África central, na região ao sul do deserto do Saara.
Nas décadas de 60 e 70, durante as guerras de independência, a entrada de mercenários no continente começou a espalhar a aids pelo mundo. Haitianos levados para trabalhar no antigo Congo Belga (hoje República Democrática do Congo) também ajudaram a levar a doença para outros países. “Entre 1960 e 1980 surgiram diversos casos de doenças que ninguém sabia explicar, com os pacientes geralmente apresentando sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer, e pneumonia”, diz a epidemiologista Cássia Buchalla, da Universidade de São Paulo (USP). A aids só foi finalmente identificada em 1981. Hoje, calcula-se que existam mais de 40 milhões de pessoas infectadas no mundo.
Décadas de mistério Doença, que pode ter aparecido nos anos 30, só foi identificada em 1981
1930
Um dos principais estudos sobre a aids aponta que nesse ano ocorreu a primeira transmissão dos macacos para o ser humano. Mas não existe consenso entre os cientistas. Alguns até acreditam que o primeiro contato do homem com o vírus aconteceu séculos antes
1957
Há alguns anos, uma teoria popular dizia que a transmissão do HIV para os humanos só teria ocorrido em 1957. Uma vacina contra a pólio estaria contaminada com restos orgânicos de macacos portadores do vírus. Testes recentes, porém, derrubaram essa teoria
1959
O primeiro caso comprovado de morte provocada pela aids é de um homem que morava em Kinshasa, no antigo Congo Belga (hoje Congo). Isso, porém, só foi descoberto décadas depois, com um teste feito no sangue dele, que estava guardado congelado
1981
A aids é reconhecida como doença. Surgem vários relatos de sintomas em homossexuais nos Estados Unidos. Também em 1981 morre o chamado “paciente zero” naquele país: um comissário de bordo que espalhou a doença em suas viagens
1983
Pesquisadores isolam o vírus da aids pela primeira vez. Dois anos depois, aparece o teste que identifica a presença de anticorpos no sangue. O nome HIV, porém, só surge em 1986. A primeira droga para ajudar no tratamento da doença, o AZT, só é criada em 1987
Leia também:
Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://mundoestranho.abril.com.br/saude/como-surgiu-a-aids/

sábado, 15 de abril de 2017

Ressuscitou

Obra Missionária

Seja você também um contribuidor e colaborador da propagação da Palavra de Deus para todas as pessoas. Os principais objetivos desta campanha é a arrecadação de fundos financeiros para aquisição de material de Evangelismo, bíblias sagradas, seleções bíblicas, gêneros alimentícios, roupas, cestas básicas de alimentos, material escolar e demais materiais para realização de obra missionária. Participe você também deste trabalho para edificação da obra de Deus. Com apenas R$ 10,00 (dez reais) de oferta você pode transformar uma vida e salvar uma alma. Sua oferta é de extrema importância para a realização e sucesso deste projeto. Junte-se a nós!  Conto com você para ajudar a amenizar as dores da fome e outras necessidades de muitas pessoas, crianças e adultos necessitam de nós. “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” (2 Coríntios 9:7)

Aviva, Senhor, a tua obra: os grandes despertamentos norte-americanos

O fenômeno do avivamento, ou seja, a revitalização e aprofundamento da experiência religiosa na vida de indivíduos e grupos, geralmente de modo intenso e dramático, é algo comum a todas as religiões. Não é diferente com a tradição judaico-cristã. O Antigo e o Novo Testamentos mencionam vários eventos dessa natureza (2 Rs 22.8—23.3; 2 Cr 7.1-3, 14; 32.26; 34.27; Esdras 9 e 10; Neemias 8 e 9; Lc 3.1-14; Atos 2; etc.) e isso tem se repetido inúmeras vezes na história do cristianismo. O protestantismo tem sido um campo fértil para tais ocorrências, inicialmente na Europa e depois nos Estados Unidos.

1. A contribuição dos calvinistas
A principal matriz do protestantismo norte-americano foi o puritanismo. Os puritanos, que estiveram entre os primeiros colonizadores dos futuros Estados Unidos, chegaram à Nova Inglaterra a partir de 1620, estabelecendo-se inicialmente em Massachusetts, e depois em Connecticut. Esses calvinistas vindos da Inglaterra, que eventualmente criaram a Igreja Congregacional, davam muita ênfase à experiência religiosa, especialmente à experiência de conversão. Somente tornavam-se membros plenos das igrejas aqueles que podiam dar um testemunho público e aceitável da sua conversão. Assim, em sua fase inicial o puritanismo foi marcado por uma grande intensidade religiosa, uma espécie de contínuo avivamento. Essa característica do puritanismo haveria de influenciar fortemente as diferentes manifestações do protestantismo norte-americano.

Com o passar dos anos, as novas gerações perderam a visão e o fervor religioso dos pioneiros. A crescente prosperidade econômica e o avanço intelectual resultaram em um progressivo entorpecimento da vida espiritual. Em meio a esse estado de coisas, muitas pessoas começaram a orar por uma revitalização das igrejas e dos seus membros. No final do século 17 e início do século 18, era comum os pregadores americanos lamentarem o declínio da espiritualidade e conclamarem os seus fiéis a orar pelo avivamento. Essas aspirações começaram a ser satisfeitas fora da Nova Inglaterra, nas colônias centrais.

Além dos puritanos, outros calvinistas emigraram para a América do Norte a partir do século 17. Os principais grupos foram os presbiterianos “escoceses-irlandeses” e reformados da Europa continental. Entre esses grupos, começou um notável avivamento nas primeiras décadas do século 18, especialmente na colônia de Nova Jersey. O primeiro nome associado a esse avivamento foi o de Theodore J. Frelinghuysen (1691-1747), um pastor reformado holandês influenciado pelo movimento pietista. Pouco depois, outro ministro começou a ver notáveis resultados em conseqüência de suas pregações, o presbiteriano Gilbert Tennent (1703-1764). Estava iniciado o que ficou conhecido como o Primeiro Grande Despertamento.

2. O Primeiro Despertamento
Apesar de ter iniciado em Nova Jersey, o auge do despertamento ocorreu na Nova Inglaterra, que há décadas vinha orando por essa visitação. Dois nomes ficaram permanentemente ligados ao evento. O primeiro foi o de Jonathan Edwards (1703-1758), jovem pastor da Igreja Congregacional de Northampton, em Massachusetts. Em 1734, enquanto pregava uma série de sermões sobre a justificação pela fé, surgiu em sua igreja e região um avivamento que nos anos seguintes alastrou-se por toda a Nova Inglaterra. Além da sua pregação, profundamente bíblica e comprometida com a soberania de Deus, Edwards deu outra importante contribuição à causa do avivamento. Em um conjunto de escritos brilhantes, ele descreveu detalhadamente os fenômenos religiosos do seu tempo e fez uma série de análises extremamente perspicazes dos mesmos, destacando seus aspectos positivos e negativos. Dentre essas obras, destacam-se Fiel Narrativa da Surpreendente Obra de Deus (1737), Marcas Distintivas de uma Obra do Espírito de Deus (1741) e o grande clássico Tratado Sobre as Afeições Religiosas (1746).

O outro importante personagem associado ao Primeiro Grande Despertamento foi o pregador inglês George Whitefield (1714-1770), que em 1740 fez uma memorável turnê evangelística através de várias colônias, encerrando-a na Nova Inglaterra. Durante meses, Whitefield, um calvinista convicto que inicialmente havia trabalhado com John Wesley, pregou quase todos os dias a auditórios que chegavam a oito mil pessoas. Essa campanha produziu um enorme impacto em todas as colônias, tornando-se o primeiro evento de amplitude “nacional” da história dos Estados Unidos.

Nem todos os líderes ficaram entusiasmados com o avivamento. Na própria Nova Inglaterra surgiu um forte reação da parte de alguns pastores congregacionais, liderados por Charles Chauncy, de Boston, que deploravam os excessos do movimento, especialmente o emocionalismo e as manifestações físicas, julgadas grosseiras e eivadas de fanatismo. Após o Grande Despertamento, ocorreu um dos períodos mais decisivos da história dos Estados Unidos, que culminou com a Revolução Americana e a Independência, em 1776. Esse período foi marcado por um acentuado declínio na atividade religiosa, uma vez que as pessoas estavam mais interessadas nas candentes questões políticas da época.

3. O Segundo Despertamento
Passado o período da emancipação política, irrompeu um novo avivamento, que veio a ser muito mais duradouro e influente que o anterior. O Segundo Grande Despertamento começou por volta de 1800, novamente entre os presbiterianos, na localidade de Cane Ridge, em Kentucky. Além de mais vasto e complexo, esse despertamento diferiu do primeiro em outros aspectos importantes. Se o avivamento anterior limitou-se essencialmente aos presbiterianos e congregacionais, este atingiu todas as denominações, especialmente os batistas e os metodistas, que tiveram um crescimento vertiginoso e tornaram-se os maiores grupos protestantes da América do Norte. Outra diferença foi geográfica e social: enquanto que o primeiro despertamento ocorreu em áreas urbanas próximas ao litoral, o segundo irrompeu na chamada “fronteira,” a região rural do meio-oeste com sua população móvel e sua instável organização social.

Uma terceira diferença entre os dois avivamentos diz respeito à sua teologia. Enquanto que o movimento do século 18 teve uma base solidamente calvinista, com sua ênfase na incapacidade humana e na iniciativa soberana de Deus, o Segundo Despertamento revelou uma orientação nitidamente arminiana, dando grande destaque ao potencial de escolha e decisão do ser humano. Essa característica, que combinava com os ideais de liberdade e iniciativa individual da jovem nação, encontrou sua expressão mais eloqüente no avivalista Charles G. Finney (1792-1875). Finney acreditava que o avivamento podia ser produzido através do uso de técnicas, denominadas “novas medidas”, que incluíam apelos insistentes e carregados de emoção, aconselhamento pessoal dos decididos e séries prolongadas de reuniões evangelísticas. Esses elementos até hoje estão presentes em uma parcela ponderável do evangelicalismo mundial.

4. Desdobramentos posteriores
A partir do Segundo Grande Despertamento, o avivalismo tornou-se um fenômeno bastante generalizado no protestantismo norte-americano, especialmente em sua ala evangélica. Esse interesse resultou em uma curiosa instituição, que perdurou até as primeiras décadas do século 20 – os “camp meetings” (acampamentos avivalísticos). Tratava-se de grandes ajuntamentos em zonas rurais, por vezes bastante confusos, em que centenas de pessoas, inclusive famílias inteiras, hospedavam-se em tendas e ouviam por vários dias uma série de pregadores avivalistas. Essas reuniões foram precursoras das grandes concentrações evangelísticas realizadas desde o final do século 19 até o presente, sob a liderança de homens como Dwight L. Moody, Billy Sunday e Billy Graham.

Além do notável crescimento das igrejas, um dos frutos mais valiosos e duradouros do Segundo Grande Despertamento foi o surgimento de um grande número de movimentos de natureza religiosa e social, as “sociedades voluntárias”. Essas organizações, muitas delas interdenominacionais, estavam voltadas para causas como educação religiosa, abolicionismo, temperança, distribuição das Escrituras e, acima de tudo, missões nacionais e estrangeiras. Alguns exemplos marcantes, por ordem cronológica de fundação, são os seguintes: Junta Americana de Missões Estrangeiras (1810), Sociedade Bíblica Americana (1816), União Americana de Escolas Dominicais (1824), Sociedade Americana de Tratados (1825), Sociedade Americana de Educação (1826), Sociedade Americana para a Promoção da Temperança (1826) e Sociedade Americana de Missões Nacionais (1826). O Segundo Grande Despertamento contribuiu decisivamente para o movimento missionário do século 19, que levou a mensagem evangélica e instituições evangélicas (igrejas, escolas, hospitais) a todas as regiões da terra, inclusive o Brasil.

Perguntas para reflexão:
1. Os avivamentos espirituais geralmente são mais motivados por fatores psicológicos e sociais ou por motivos genuinamente religiosos?

2. Quais as vantagens e desvantagens de uma preocupação com avivamentos?

3. Quais seriam as razões pelas quais muitos despertamentos tendem a ser passageiros?

4. Quais os melhores frutos que podem ser produzidos por um avivamento genuíno?

5. O avivamento é prioritariamente uma obra de Deus ou da iniciativa e esforço humano?

Sugestões bibliográficas:
BLAIR, William N.; HUNT, Bruce F. O pentecoste coreano. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.

DIETER, M.E. Reavivamentismo. Em ELWELL, Walter A. (Ed.). Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988-1990. Vol. III, p. 236-240.

EDWARDS, Jonathan. A genuína experiência espiritual. São Paulo: PES, 1993.

LLOYD-JONES, D. Martyn. Jonathan Edwards e a crucial importância de avivamento. São Paulo: PES, s/d.

LLOYD-JONES, D. Martyn. A urgente necessidade de avivamento. São Paulo: PES.

NOLL, M.A. Grandes despertamentos, os. Em ELWELL, Walter A. (Ed.). Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988-1990. Vol. II, p. 222-224.

SCHALKWIJK, Frans Leonard. Aprendendo da história dos avivamentos. Em Fides Reformata II/2 (Jul-Dez 1997): 61-68.

STEGEN, Erlo. Avivamento na África do Sul. São Paulo: Os Puritanos.

domingo, 2 de abril de 2017

We Are The Champions - Nós somos os campeões


We Are The Champions

I've paid my dues
Time after time
I've done my sentence
But committed no crime
And bad mistakes
I've made a few
I've had my share of sand
Kicked in my face
But I've come through

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
Cause we are the champions of the world

I've taken my bows
And my curtain calls
You brought me fame and fortune
And everything that goes with it
I thank you all
But it's been no bed of roses
No pleasure cruise
I consider it a challenge before
The whole human race
And I ain't gonna lose

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
Cause we are the champions of the world

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers


Tradução para o Portugues
Nós somos os campeões
Eu paguei minhas dívidas
Vez por vez
Eu completei minha sentença
Mas não cometi nenhum crime
E erros sérios
Fiz poucos
Eu tive meu pouco de areia
Chutado na minha cara
Mas eu sobrevivi

Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões do mundo

Eu tenho feito minhas reverências
E atendido as chamadas do palco
Vocês me trouxeram fama e fortuna
E tudo que vem com isso
Eu agradeço à todos vocês
Mas isto não tem sido nenhum canteiro de rosas
Nenhuma viagem de prazeres
Eu considero isso um desafio
Diante de toda raça humana
E eu não irei fracassar

Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões do mundo

Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões

Classificação da Perseguição Religiosa 2016!

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Classificação dos 50 Países com Perseguição Religiosa, onde seguir à Jesus pode custar a vida. Atualizado em 2016.

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