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Escola Bíblica Dominical - 2º Trimestre 2017 - Lição Nr 09

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Católicos Romanos são cristãos?



Católicos Romanos são cristãos? Eles são, se eles confiaram somente em Jesus para o perdão de seus pecados. Porém, se eles acreditam que eles são salvos pela graça de Deus e pelas suas obras, então eles não são salvos – mesmo se eles acreditam que suas obras são feitas através da graça de Deus — uma vez que assim eles negam a suficiência do sacrifício de Cristo.

Ser um cristão não significa ser um membro da Igreja Católica Romana. Significa ser um membro do corpo de Cristo, através da fé e confiança em somente Jesus para o perdão dos pecados. Significa que você não adiciona obras à Sua obra. Sinceridade não perdoa pecados. Ser membro de uma igreja não perdoa pecados. Fazer obras de penitência não perdoa pecados. Rezar para Maria não perdoa pecados. O perdão é conseguido através da fé, confiança e aceitação do sacrifício de Jesus na cruz. Você deve confiar Jesus, Deus encarnado, para o perdão de pecados, e não em um ritual feito por homens, e não em santos católicos. Apesar da Igreja Católica Romana afirmar a Trindade, a divindade de Cristo e Sua ressurreição física, ela erra fortemente em sua doutrina de salvação, adicionando obras à salvação.
A doutrina católica romana oficial sobre a salvação diz que a graça de Deus é colocada em um bebê no batismo –  fazendo-o justificado perante a Deus.1 Essa justificação pode ser perdida através do pecado, e deve ser reconquistada através da participação frequente em vários dos sacramentos encontrados na Igreja Católica Romana. Esses sacramentos aumentam a quantidade de graça em uma pessoa, através da qual essa pessoa consegue fazer boas obras, que são por sua vez recompensadas com a alegria do céu:
“Podemos, portanto, esperar a glória do céu prometida por Deus àqueles que O amam e fazem a sua vontade. Em todas as circunstâncias, cada qual deve esperar, com a graça de Deus, permanecer firme até ao fim e alcançar a alegria do céu, como eterna recompensa de Deus pelas boas obras realizadas com a graça de Cristo.” (Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 1821)
“Sob a moção do Espírito Santo e da caridade, podemos, depois, merecer para nós mesmos e para outros, as graças úteis para a santificação…” (Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 2010).
Ninguém pode dizer se um católico romano é um cristão verdadeiro ou não, uma vez que não podemos conhecer de verdade o coração das pessoas. Mas, se qualquer pessoa, católicos romanos incluídos, nega abertamente doutrinas essenciais,2 então essa pessoa não é salva, e esse é o problema. Aparentemente, a Igreja Católica Romana está negando a doutrina essencial da justificação pela fé. Eles dizem:
“Se alguém disser que o ímpio é justificado somente pela fé, entendendo que nada mais se exige como cooperação para conseguir a graça da justificação, e que não é necessário por parte alguma que ele se prepare e disponha pela ação da sua vontade – seja excomungado.” (Cânon 9, Concílio de Trento)
“Se alguém disser que o homem é absolvido dos seus pecados e justificado porque crê indubitavelmente que é absolvido e justificado; ou, que ninguém é verdadeiramente justificado, senão quem crer que é justificado; e que somente com esta fé se efetua a absolvição e a justificação — seja excomungado.” (Cânon 14, Concílio de Trento)
Para mais informações, por favor veja o Concílio de Trento – Cânones sobre a justificação.
Note que justificação somente pela fé é negada, e o céu é uma recompensa para quem faz boas obras. Esse é o problema. A Igreja Católica Romana não ensina a doutrina bíblica de justificação pela fé. Ela ensina justificação pela fé e obras. Se você quer saber mais sobre isso, leia o artigo “A visão católica romana sobre justificação”.
Então, qual é a posição a respeito de católicos romanos?
A posição é simples. Se um católico romano acredita na doutrina católica romana oficial sobre salvação, então ele não é um cristão, uma vez que a posição oficial da Igreja Católica Romana é contrária às escrituras. Logo, em geral, católicos romanos precisam ser evangelizados. Eles precisam ouvir o verdadeiro evangelho. Eles precisam ouvir que eles não são justificados perante a Deus estando em uma igreja, ou sendo batizados, mas recebendo Cristo (João 1:12), crendo que Jesus foi ressuscitado dos mortos (Rm 10:9), e que justificação é pela fé (Rm 5:1), e não pelas nossas obras ou serviços (Rm 4:5). Somente a fé verdadeira resulta em obras verdadeiras (Tiago 2), e não o contrário. Católicos romanos, como todas as outras pessoas, precisam confiar somente em Jesus para o perdão dos seus pecados, e não nos sacramentos católicos, não nas palavras do padre, não no papa, não em Maria, não nos santos, não nas penitências, não nas indulgências, não no rosário, etc. Somente Jesus é o caminho, a verdade e a vida (João 14:6).
Por fim, eu acredito que existem verdadeiros cristãos regenerados na Igreja Católica Romana. Porém, eles são cristãos verdadeiros apesar da teologia oficial da Igreja Católica Romana, e apesar das oferendas ritualísticas dessa igreja antiga, que teve pessoas demais a modificando por séculos, gradualmente se movendo para longe da ortodoxia e para perto da apostasia. Sim, apostasia. A Igreja Católica Romana não representa mais o verdadeiro Cristianismo.
Somente Jesus salva. Somente Jesus é Senhor. Somente o sacrifício de Jesus pode nos purificar. Somente pela fé somos justificados diante de Deus. Justificação é pela fé, e não por qualquer coisa que façamos.
1.”A justificação foi-nos merecida pela paixão de Cristo. Foi-nos dada por meio do Baptismo. Conforma-nos com a justiça de Deus, que nos faz justos. Tem como fim a glória de Deus e de Cristo e o dom da vida eterna. É a obra mais excelente da misericórdia de Deus.” (Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 2020).
2.Resumindo, as doutrinas essenciais são: a divindade de Cristo, Sua ressurreição física e justificação pela graça, através da fé. Relacionados a estes estão: a Trindade, o nascimento virgem e, é claro, o evangelho em si. Para mais informações sobre as doutrinas essenciais, veja a Tabela Doutrinária.
Extraído do site do CARM em 11/05/2013

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