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Escola Bíblica Dominical - 2º Trimestre 2017 - Lição Nr 04

domingo, 23 de abril de 2017

Palestra Para Inspirar Educadores • Mario Sergio Cortella

sábado, 22 de abril de 2017

O Iluminismo e seus Pensadores

O ILUMINISMO - Pensadores e características


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Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu durante o século XVIII na Europa, que defendia o uso da razão (luz) contra o antigo regime (trevas)  e pregava maior liberdade econômica e política.

Este movimento promoveu mudanças políticas, econômicas e sociais, baseadas nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.

O Iluminismo tinha o apoio da burguesia, pois os pensadores e os burgueses tinham interesses comuns.

As críticas do movimento ao Antigo Regime eram em vários aspectos como:
- Mercantilismo.
-Absolutismo monárquico.
- Poder da igreja e as verdades reveladas pela fé.
Com base nos três pontos  acima, podemos afirmar que o Iluminismo defendia:
- A liberdade econômica, ou seja, sem a intervenção do estado na economia.
- O Antropocentrismo, ou seja, o avanço da ciência e da razão.
- O predomínio da burguesia e seus ideais.

As idéias liberais do Iluminismo se disseminaram rapidamente pela população. Alguns reis absolutistas, com medo de perder o governo - ou mesmo a cabeça -, passaram a aceitar algumas idéias iluministas.
Estes reis eram denominados Déspotas Esclarecidos, pois tentavam conciliar o jeito de governar absolutista com as idéias de progresso iluministas.
Alguns representantes do despotismo esclarecido foram: Frederico II, da Prússia; Catarina II, da Rússia; e Marquês de Pombal, de Portugal.
Alguns pensadores ficaram famosos e tiveram destaque por suas obras e idéias neste período. São eles:
John Locke
John Locke é Considerado o “pai do Iluminismo”. Sua principal obra foi “Ensaio sobre o entendimento humano”, aonde Locke defende a razão afirmando que a nossa mente é como uma tábula rasa sem nenhuma idéia.

Defendeu a liberdade dos cidadãos e Condenou o absolutismo.



Voltaire

François Marie Arouet Voltaire destacou-se pelas críticas feitas ao clero católico, à inflexibilidade religiosa e à prepotência dos poderosos.

Montesquieu
Charles de Secondat Montesquieu em sua  obra “O espírito das leis”  defendeu a tripartição de poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

No entanto, Montesquieu não era a favor de um governo burguês. Sua simpatia política inclinava-se para uma monarquia moderada.



Rousseau


Jean-Jacques Rousseau é autor da obra “O contrato social”, na qual afirma que o soberano deveria dirigir o Estado conforme a vontade do povo. Apenas um Estado com bases democráticas teria condições de oferecer igualdade jurídica a todos os cidadãos.
Rousseau destacou-se também como defensor da pequena burguesia.

Quesnay
François Quesnay foi o representante oficial da fisiocracia. Os fisiocratas pregavam um capitalismo agrário sem a interferência do Estado.

Adam Smith
Adam Smith foi o principal representante de um conjunto de idéias denominado liberalismo econômico, o qual é composto pelo seguinte:
- o Estado é legitimamente poderoso se for rico;
- para enriquecer, o Estado necessita expandir as atividades econômicas capitalistas;
- para expandir as atividades capitalistas, o Estado deve dar liberdade econômica e política para os grupos particulares.
A principal obra de Smith foi “A riqueza das nações”, na qual ele defende que a economia deveria ser conduzida pelo livre jogo da oferta e da procura.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Como surgiu a AIDS - SIDA?


Como surgiu a aids?

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Ela surgiu a partir de um vírus chamado SIV, encontrado no sistema imunológico dos chimpanzés e do macaco-verde africano. Apesar de não deixar esses animais doentes, o SIV é um vírus altamente mutante, que teria dado origem ao HIV, o vírus da aids. O SIV presente no macaco-verde teria criado o HIV2, uma versão menos agressiva, que demora mais tempo para provocar a aids. Já os chimpanzés deram origem ao HIV1, a forma mais mortal do vírus. “É provável que a transmissão para o ser humano, tanto do HIV1 como do HIV2, aconteceu em tribos da África central que caçavam ou domesticavam chimpanzés e macacos-verdes”, diz o infectologista Jacyr Pasternak, do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Não há consenso sobre a data das primeiras transmissões. O mais provável, porém, é que tenham acontecido por volta de 1930. Nas décadas seguintes, a doença teria permanecido restrita a pequenos grupos e tribos da África central, na região ao sul do deserto do Saara.
Nas décadas de 60 e 70, durante as guerras de independência, a entrada de mercenários no continente começou a espalhar a aids pelo mundo. Haitianos levados para trabalhar no antigo Congo Belga (hoje República Democrática do Congo) também ajudaram a levar a doença para outros países. “Entre 1960 e 1980 surgiram diversos casos de doenças que ninguém sabia explicar, com os pacientes geralmente apresentando sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer, e pneumonia”, diz a epidemiologista Cássia Buchalla, da Universidade de São Paulo (USP). A aids só foi finalmente identificada em 1981. Hoje, calcula-se que existam mais de 40 milhões de pessoas infectadas no mundo.
Décadas de mistério Doença, que pode ter aparecido nos anos 30, só foi identificada em 1981
1930
Um dos principais estudos sobre a aids aponta que nesse ano ocorreu a primeira transmissão dos macacos para o ser humano. Mas não existe consenso entre os cientistas. Alguns até acreditam que o primeiro contato do homem com o vírus aconteceu séculos antes
1957
Há alguns anos, uma teoria popular dizia que a transmissão do HIV para os humanos só teria ocorrido em 1957. Uma vacina contra a pólio estaria contaminada com restos orgânicos de macacos portadores do vírus. Testes recentes, porém, derrubaram essa teoria
1959
O primeiro caso comprovado de morte provocada pela aids é de um homem que morava em Kinshasa, no antigo Congo Belga (hoje Congo). Isso, porém, só foi descoberto décadas depois, com um teste feito no sangue dele, que estava guardado congelado
1981
A aids é reconhecida como doença. Surgem vários relatos de sintomas em homossexuais nos Estados Unidos. Também em 1981 morre o chamado “paciente zero” naquele país: um comissário de bordo que espalhou a doença em suas viagens
1983
Pesquisadores isolam o vírus da aids pela primeira vez. Dois anos depois, aparece o teste que identifica a presença de anticorpos no sangue. O nome HIV, porém, só surge em 1986. A primeira droga para ajudar no tratamento da doença, o AZT, só é criada em 1987
Leia também:
Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://mundoestranho.abril.com.br/saude/como-surgiu-a-aids/

sábado, 15 de abril de 2017

Ressuscitou

Obra Missionária

Seja você também um contribuidor e colaborador da propagação da Palavra de Deus para todas as pessoas. Os principais objetivos desta campanha é a arrecadação de fundos financeiros para aquisição de material de Evangelismo, bíblias sagradas, seleções bíblicas, gêneros alimentícios, roupas, cestas básicas de alimentos, material escolar e demais materiais para realização de obra missionária. Participe você também deste trabalho para edificação da obra de Deus. Com apenas R$ 10,00 (dez reais) de oferta você pode transformar uma vida e salvar uma alma. Sua oferta é de extrema importância para a realização e sucesso deste projeto. Junte-se a nós!  Conto com você para ajudar a amenizar as dores da fome e outras necessidades de muitas pessoas, crianças e adultos necessitam de nós. “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” (2 Coríntios 9:7)

Aviva, Senhor, a tua obra: os grandes despertamentos norte-americanos

O fenômeno do avivamento, ou seja, a revitalização e aprofundamento da experiência religiosa na vida de indivíduos e grupos, geralmente de modo intenso e dramático, é algo comum a todas as religiões. Não é diferente com a tradição judaico-cristã. O Antigo e o Novo Testamentos mencionam vários eventos dessa natureza (2 Rs 22.8—23.3; 2 Cr 7.1-3, 14; 32.26; 34.27; Esdras 9 e 10; Neemias 8 e 9; Lc 3.1-14; Atos 2; etc.) e isso tem se repetido inúmeras vezes na história do cristianismo. O protestantismo tem sido um campo fértil para tais ocorrências, inicialmente na Europa e depois nos Estados Unidos.

1. A contribuição dos calvinistas
A principal matriz do protestantismo norte-americano foi o puritanismo. Os puritanos, que estiveram entre os primeiros colonizadores dos futuros Estados Unidos, chegaram à Nova Inglaterra a partir de 1620, estabelecendo-se inicialmente em Massachusetts, e depois em Connecticut. Esses calvinistas vindos da Inglaterra, que eventualmente criaram a Igreja Congregacional, davam muita ênfase à experiência religiosa, especialmente à experiência de conversão. Somente tornavam-se membros plenos das igrejas aqueles que podiam dar um testemunho público e aceitável da sua conversão. Assim, em sua fase inicial o puritanismo foi marcado por uma grande intensidade religiosa, uma espécie de contínuo avivamento. Essa característica do puritanismo haveria de influenciar fortemente as diferentes manifestações do protestantismo norte-americano.

Com o passar dos anos, as novas gerações perderam a visão e o fervor religioso dos pioneiros. A crescente prosperidade econômica e o avanço intelectual resultaram em um progressivo entorpecimento da vida espiritual. Em meio a esse estado de coisas, muitas pessoas começaram a orar por uma revitalização das igrejas e dos seus membros. No final do século 17 e início do século 18, era comum os pregadores americanos lamentarem o declínio da espiritualidade e conclamarem os seus fiéis a orar pelo avivamento. Essas aspirações começaram a ser satisfeitas fora da Nova Inglaterra, nas colônias centrais.

Além dos puritanos, outros calvinistas emigraram para a América do Norte a partir do século 17. Os principais grupos foram os presbiterianos “escoceses-irlandeses” e reformados da Europa continental. Entre esses grupos, começou um notável avivamento nas primeiras décadas do século 18, especialmente na colônia de Nova Jersey. O primeiro nome associado a esse avivamento foi o de Theodore J. Frelinghuysen (1691-1747), um pastor reformado holandês influenciado pelo movimento pietista. Pouco depois, outro ministro começou a ver notáveis resultados em conseqüência de suas pregações, o presbiteriano Gilbert Tennent (1703-1764). Estava iniciado o que ficou conhecido como o Primeiro Grande Despertamento.

2. O Primeiro Despertamento
Apesar de ter iniciado em Nova Jersey, o auge do despertamento ocorreu na Nova Inglaterra, que há décadas vinha orando por essa visitação. Dois nomes ficaram permanentemente ligados ao evento. O primeiro foi o de Jonathan Edwards (1703-1758), jovem pastor da Igreja Congregacional de Northampton, em Massachusetts. Em 1734, enquanto pregava uma série de sermões sobre a justificação pela fé, surgiu em sua igreja e região um avivamento que nos anos seguintes alastrou-se por toda a Nova Inglaterra. Além da sua pregação, profundamente bíblica e comprometida com a soberania de Deus, Edwards deu outra importante contribuição à causa do avivamento. Em um conjunto de escritos brilhantes, ele descreveu detalhadamente os fenômenos religiosos do seu tempo e fez uma série de análises extremamente perspicazes dos mesmos, destacando seus aspectos positivos e negativos. Dentre essas obras, destacam-se Fiel Narrativa da Surpreendente Obra de Deus (1737), Marcas Distintivas de uma Obra do Espírito de Deus (1741) e o grande clássico Tratado Sobre as Afeições Religiosas (1746).

O outro importante personagem associado ao Primeiro Grande Despertamento foi o pregador inglês George Whitefield (1714-1770), que em 1740 fez uma memorável turnê evangelística através de várias colônias, encerrando-a na Nova Inglaterra. Durante meses, Whitefield, um calvinista convicto que inicialmente havia trabalhado com John Wesley, pregou quase todos os dias a auditórios que chegavam a oito mil pessoas. Essa campanha produziu um enorme impacto em todas as colônias, tornando-se o primeiro evento de amplitude “nacional” da história dos Estados Unidos.

Nem todos os líderes ficaram entusiasmados com o avivamento. Na própria Nova Inglaterra surgiu um forte reação da parte de alguns pastores congregacionais, liderados por Charles Chauncy, de Boston, que deploravam os excessos do movimento, especialmente o emocionalismo e as manifestações físicas, julgadas grosseiras e eivadas de fanatismo. Após o Grande Despertamento, ocorreu um dos períodos mais decisivos da história dos Estados Unidos, que culminou com a Revolução Americana e a Independência, em 1776. Esse período foi marcado por um acentuado declínio na atividade religiosa, uma vez que as pessoas estavam mais interessadas nas candentes questões políticas da época.

3. O Segundo Despertamento
Passado o período da emancipação política, irrompeu um novo avivamento, que veio a ser muito mais duradouro e influente que o anterior. O Segundo Grande Despertamento começou por volta de 1800, novamente entre os presbiterianos, na localidade de Cane Ridge, em Kentucky. Além de mais vasto e complexo, esse despertamento diferiu do primeiro em outros aspectos importantes. Se o avivamento anterior limitou-se essencialmente aos presbiterianos e congregacionais, este atingiu todas as denominações, especialmente os batistas e os metodistas, que tiveram um crescimento vertiginoso e tornaram-se os maiores grupos protestantes da América do Norte. Outra diferença foi geográfica e social: enquanto que o primeiro despertamento ocorreu em áreas urbanas próximas ao litoral, o segundo irrompeu na chamada “fronteira,” a região rural do meio-oeste com sua população móvel e sua instável organização social.

Uma terceira diferença entre os dois avivamentos diz respeito à sua teologia. Enquanto que o movimento do século 18 teve uma base solidamente calvinista, com sua ênfase na incapacidade humana e na iniciativa soberana de Deus, o Segundo Despertamento revelou uma orientação nitidamente arminiana, dando grande destaque ao potencial de escolha e decisão do ser humano. Essa característica, que combinava com os ideais de liberdade e iniciativa individual da jovem nação, encontrou sua expressão mais eloqüente no avivalista Charles G. Finney (1792-1875). Finney acreditava que o avivamento podia ser produzido através do uso de técnicas, denominadas “novas medidas”, que incluíam apelos insistentes e carregados de emoção, aconselhamento pessoal dos decididos e séries prolongadas de reuniões evangelísticas. Esses elementos até hoje estão presentes em uma parcela ponderável do evangelicalismo mundial.

4. Desdobramentos posteriores
A partir do Segundo Grande Despertamento, o avivalismo tornou-se um fenômeno bastante generalizado no protestantismo norte-americano, especialmente em sua ala evangélica. Esse interesse resultou em uma curiosa instituição, que perdurou até as primeiras décadas do século 20 – os “camp meetings” (acampamentos avivalísticos). Tratava-se de grandes ajuntamentos em zonas rurais, por vezes bastante confusos, em que centenas de pessoas, inclusive famílias inteiras, hospedavam-se em tendas e ouviam por vários dias uma série de pregadores avivalistas. Essas reuniões foram precursoras das grandes concentrações evangelísticas realizadas desde o final do século 19 até o presente, sob a liderança de homens como Dwight L. Moody, Billy Sunday e Billy Graham.

Além do notável crescimento das igrejas, um dos frutos mais valiosos e duradouros do Segundo Grande Despertamento foi o surgimento de um grande número de movimentos de natureza religiosa e social, as “sociedades voluntárias”. Essas organizações, muitas delas interdenominacionais, estavam voltadas para causas como educação religiosa, abolicionismo, temperança, distribuição das Escrituras e, acima de tudo, missões nacionais e estrangeiras. Alguns exemplos marcantes, por ordem cronológica de fundação, são os seguintes: Junta Americana de Missões Estrangeiras (1810), Sociedade Bíblica Americana (1816), União Americana de Escolas Dominicais (1824), Sociedade Americana de Tratados (1825), Sociedade Americana de Educação (1826), Sociedade Americana para a Promoção da Temperança (1826) e Sociedade Americana de Missões Nacionais (1826). O Segundo Grande Despertamento contribuiu decisivamente para o movimento missionário do século 19, que levou a mensagem evangélica e instituições evangélicas (igrejas, escolas, hospitais) a todas as regiões da terra, inclusive o Brasil.

Perguntas para reflexão:
1. Os avivamentos espirituais geralmente são mais motivados por fatores psicológicos e sociais ou por motivos genuinamente religiosos?

2. Quais as vantagens e desvantagens de uma preocupação com avivamentos?

3. Quais seriam as razões pelas quais muitos despertamentos tendem a ser passageiros?

4. Quais os melhores frutos que podem ser produzidos por um avivamento genuíno?

5. O avivamento é prioritariamente uma obra de Deus ou da iniciativa e esforço humano?

Sugestões bibliográficas:
BLAIR, William N.; HUNT, Bruce F. O pentecoste coreano. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.

DIETER, M.E. Reavivamentismo. Em ELWELL, Walter A. (Ed.). Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988-1990. Vol. III, p. 236-240.

EDWARDS, Jonathan. A genuína experiência espiritual. São Paulo: PES, 1993.

LLOYD-JONES, D. Martyn. Jonathan Edwards e a crucial importância de avivamento. São Paulo: PES, s/d.

LLOYD-JONES, D. Martyn. A urgente necessidade de avivamento. São Paulo: PES.

NOLL, M.A. Grandes despertamentos, os. Em ELWELL, Walter A. (Ed.). Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988-1990. Vol. II, p. 222-224.

SCHALKWIJK, Frans Leonard. Aprendendo da história dos avivamentos. Em Fides Reformata II/2 (Jul-Dez 1997): 61-68.

STEGEN, Erlo. Avivamento na África do Sul. São Paulo: Os Puritanos.

domingo, 2 de abril de 2017

We Are The Champions - Nós somos os campeões


We Are The Champions

I've paid my dues
Time after time
I've done my sentence
But committed no crime
And bad mistakes
I've made a few
I've had my share of sand
Kicked in my face
But I've come through

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
Cause we are the champions of the world

I've taken my bows
And my curtain calls
You brought me fame and fortune
And everything that goes with it
I thank you all
But it's been no bed of roses
No pleasure cruise
I consider it a challenge before
The whole human race
And I ain't gonna lose

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
Cause we are the champions of the world

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers


Tradução para o Portugues
Nós somos os campeões
Eu paguei minhas dívidas
Vez por vez
Eu completei minha sentença
Mas não cometi nenhum crime
E erros sérios
Fiz poucos
Eu tive meu pouco de areia
Chutado na minha cara
Mas eu sobrevivi

Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões do mundo

Eu tenho feito minhas reverências
E atendido as chamadas do palco
Vocês me trouxeram fama e fortuna
E tudo que vem com isso
Eu agradeço à todos vocês
Mas isto não tem sido nenhum canteiro de rosas
Nenhuma viagem de prazeres
Eu considero isso um desafio
Diante de toda raça humana
E eu não irei fracassar

Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões do mundo

Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões

sábado, 25 de março de 2017

A congregação...


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  Deus não quer que nos percamos. Ele nos alerta para a possibilidade da apostasia e trabalha para reforçar o laço entre ele e nós. Ele providenciou meios abundantes para nos ligar sempre mais junto a si, garantindo nossa segurança. Um de tais meios é a congregação. Quando Deus nos salva, ele não quer que cada um de nós permaneça independente das outras pessoas salvas perto de nós. Ele quer reunir-nos em congregações. Assim, lemos no Novo Testamento a respeito da "igreja de Deus que está em Corinto" (1 Coríntios 1:2), e outros grupos locais de discípulos. Quando o convertido Saulo de Tarso retornou a Jerusalém "procurou juntar-se com os discípulos" (Atos 9:26). Este tipo de ação tem a aprovação de Deus. Ele não quer que nos mantenhamos afastados dos outros discípulos. Ele quer juntar os discípulos de uma localidade em um grupo.


  Algumas pessoas não têm entendido isto. Quando eu falo com pessoas a respeito de ser "só cristão", sem aderir a nenhuma denominação, eu tenho freqüentemente que explicar que isso não significa que uma pessoa possa ser somente um cristão sem participar de uma congregação de discípulos. Conheci uma senhora que foi batizada e nunca mais voltou a outro culto. Ela sabia que precisava ser batizada. Mas não tinha idéia sobre o que se seguiria ao batismo.

Robert Bunting e Harold Dowdy contam terem batizado um homem que, depois de ser levantado do sepulcro de água, exclamou: "Oba! Está bom!", então, tornou a mergulhar, nadou para longe e nunca mais foi visto.

  Deus é um ser de sabedoria e inteligência. Ele não age sem razão e propósito. Ele não estabeleceu a congregação sem nenhuma razão. Você pode, provavelmente, pensar em muitas razões pelas quais ele planejou a congregação. Porém destas razões não é menor a de que seu povo precisa juntar-se, partilhando a força e o entusiasmo uns com os outros, encorajando uns aos outros.

  Não é este o assunto de versículos como Hebreus 3:13? Depois da advertência do perigo de ter "perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo", um lado positivo é mostrado: "Pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado". Não é isto o porquê Deus deseja que fiquemos juntos em vez de cada discípulo levar uma existência independente?

  Há mais em Hebreus 10:24-25. "Conside-remo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras". Em vez de abandonar a prática de "congregar-nos", Deus quer que nos juntemos de modo que possamos exortar uns aos outros.

  Assim, muitas outras passagens têm o mesmo pensamento: "Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.... Exortamo-vos também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos" (1 Tessalonicenses 5:11,14). De fato, qualquer passagem que nos mande ensinar, encorajar, fortalecer uns aos outros é evidência da intenção de Deus pela congregação.

  As pessoas têm influência umas sobre as outras. Pode ser para o mal, como Paulo alertou quando a presença de negadores da ressurreição, em Corinto, ameaçava virar a mente dos cristãos para uma filosofia mundana: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). Mas também pode ser para o bem, quando os discípulos enfrentam juntos as influências debilitantes que eles têm que encarar no mundo, compartilhando a fé e o entusiasmo uns com os outros, encorajando e fortalecendo uns aos outros.

  Talvez você tenha ouvido a respeito do discípulo que foi exortar um irmão que havia saído da irmandade. Ele entrou e sentou-se com o irmão negligente em frente a uma lareira cheia de carvões acesos sem dizer nenhuma palavra. Depois de algum tempo, ele pegou o ferro atiçador e separou um dos carvões dos outros. Não demorou muito para que o carvão separado perdesse seu brilho e começasse a esfriar. O visitante não precisou dizer nenhuma palavra. Sua mensagem estava dada.

  A congregação é parte da providência de Deus para reforçar o laço entre ele e cada um dos seus filhos. Cada discípulo tem a responsabilidade de ser zeloso, de encorajar os outros, de partilhar sua fé, seu otimismo e seu interesse no trabalho do Senhor com os outros. Podemos ajudar outros e podemos receber ajuda numa camaradagem como esta. Às vezes seremos doadores, outras vezes seremos os recebedores, e ainda outras vezes seremos ambas as coisas ao mesmo tempo.

  São os pequenos grupos que são capazes de fazer o melhor deste modo, como quando duas ou três famílias se reúnem ocasionalmente, não tanto para se divertirem juntas quanto para conversarem sobre os interesses espirituais que elas têm em comum. Nada me fez tanto bem, na cidade de Romulus, Michigan, como as pequenas reuniões trimestrais que eu tinha com os professores de aulas bíblicas. Estas pequenas reuniões, nas quais professores interessados e zelosos conversavam juntos sobre o que eles estavam fazendo nas aulas, não permitiam que alguém ficasse desanimado por muito tempo. Tínhamos que ficar animados com o trabalho quando testemunhávamos o interesse que os professores tinham em seus discípulos e a exaltação sentida pelo trabalho deles. Entusiasmo e otimismo são contagiosos.

  Ó meu irmão ou irmã, não percamos levianamente tais oportunidades para que discípulos estejam juntos! Deus nos juntou, e ele o fez por alguma razão. Fortalecer os laços que temos com ele é parte de seu esforço. Seríamos nós uma espécie de ingratos que desprezariam a dádiva de Deus? Certamente que não.

domingo, 12 de março de 2017

Filosofia Medieval

Resultado de imagem para filosofia medievalfilosofia medieval foi desenvolvida na Europa durante o período da Idade Média (séculos V-XV). Vale lembrar que na Idade Média, a Igreja Medieval tinha grande força e, portanto, muito temas explorados pelos filósofos eram de ordem religiosa. Trata-se de um período de expansão e consolidação do Cristianismo e a Igreja Católica foi no período medieval a mais importante instituição social e a maior representante da fé cristã. Assim, muitos filósofos que se desenvolveram dessa época eram membros da igreja. Nesse momento, os grandes pontos de reflexão para os filósofos estavam associados com a figura divina, ou seja, a existência de Deus, a fé e a razão, a imortalidade da alma humana, a salvação, o pecado, a encarnação, a liberdade, dentre outros. 
Em outras palavras, ainda que parece paradoxal, a filosofia medieval tentou conciliar a religião com a filosofia, ou seja, a consciência cristã com a razão filosófica e científica. Sendo assim, as reflexões desenvolvidas no medievo, ainda que pudessem contemplar os estudos científicos, não podiam de modo algum se contrapor a verdade divina e às ideias de Jesus, o grande profeta do cristianismo, relatadas pela Bíblia (sagradas escrituras)
Para ampliar seus conhecimentos veja também:

Características: Resumo

As principais características da filosofia medieval são:
  • Inspiração na filosofia clássica (Greco-romana)
  • União da fé cristã e da razão científica
  • Busca da verdade divina

Filosofia Medieval Cristã: Períodos e Principais Filósofos

Uma vez que a Idade Média foi um longo período da história, a Filosofia Medieval esteve dividida em quatro fases, no entanto, a filosofia patrística e escolástica (os dois últimos períodos) foram os mais importantes da filosofia medieval.

Filosofia dos Padres Apostólicos

Nos séculos I e II, a filosofia desenvolvida esteve relacionada com o início do Cristianismo e, portanto, os filósofos desse período estavam preocupados em disseminar os ensinamentos de Jesus.
Recebe esse nome uma vez que esse cristianismo primitivo esteve baseado nos escritos de diversos apóstolos. O maior representante desse período foi Paulo de Tarso, ou Apóstolo Paulo, que escreveu muitas epístolas registradas no Novo Testamento.

Filosofia dos Padres Apologistas

Nos séculos III e IV a filosofia medieval passa para uma nova fase relacionada com a apologia (defesa e elogio) que os filósofos buscavam na religião cristã.
De tal modo, eles rechaçavam a filosofia greco-romana por alegarem que os temas pagãos não estavam de acordo com os ideais do Cristianismo. Nesse período destacam-se os apologistas cristãos: Justino Mártir, Orígenes de Alexandria e Tertuliano.

Filosofia Patrística

A filosofia patrística foi desenvolvida a partir do século IV e permaneceu até o século VIII. Recebe esse nome porque os textos desenvolvidos no período foram escritos por padres da Igreja.
Muitos consideram uma fase inicial de desenvolvimento da filosofia medieval que esteve baseada na filosofia grega e tinha o intuito de expandir ainda mais o Cristianismo pela Europa.
Por isso, a maioria dos filósofos eram teólogos e o tema principal era a relação da razão e da fé. Sem dúvida, o filósofo mais destacado do período foi Santo Agostinho de Hipona.

Filosofia Escolástica

Baseada na filosofia de Aristóteles e Platão, a Escolástica foi um movimento filosófico medieval que desenvolveu durante os séculos IX e XVI. Ela surge com o intuito de refletir sobre a existência da alma humana e da existência de Deus.
A Escolástica permaneceu até a época do Renascimento, quando começa a Idade Moderna. Nesse período o filósofo mais importante foi São Tomás de Aquino.
Para expandir seus conhecimentos sobre o tema, veja também os artigos:
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