Escola Bíblica Dominical - 3º Trimestre 2017 - Lição Nr 13

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Ética Geral

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Bodas de Casamento

O que são Bodas de casamento:

Bodas de casamento
Bodas de casamento é uma comemoração que celebra o aniversário de casamento, onde se renovam as promessas trocadas entre o casal.

As bodas de casamento são comemoradas na data em que foi celebrada a cerimônia de casamento. Para cada ano de bodas foi estabelecido um material representativo para nomear o período.
Saiba mais também sobre o significado das Bodas de Namoro.

Nome das bodas:


04º - Bodas de Flores, Frutas
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
40º - Bodas de Esmeralda
45º - Bodas de Rubi
50º - Bodas de Ouro
55º - Bodas de Ametista
65º - Bodas de Platina
70º - Bodas de Vinho
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
85º - Bodas de Girassol
90º - Bodas de Álamo
100º - Bodas de Jequitibá

Ver também: significado das Bodas de Meses de Casamento.
Boda é uma palavra que tem origem no latim "vota", que significa "promessa". É uma festa em que se celebra um casamento. O nome é mais usado no plural: bodas, que se refere aos votos matrimoniais feitos no dia do casamento.​
No ocidente, as bodas mais festejadas são as de prata, que simboliza a comemoração do aniversário de 25 anos do casamento, e as bodas de ouro que comemora o aniversário de 50 anos de matrimônio.
Os católicos comemoram os aniversários de casamento em eventos na Igreja, onde renovam os votos da união.
As festas das bodas surgiram na Alemanha, onde era costume de pequenos povoados oferecer uma coroa de prata aos casais que completassem 25 anos de casados, e outra de ouro aos que chegassem aos 50 anos de união.
Então, com o passar dos séculos, foram criadas outras simbologias para cada aniversário de casamento. Quanto mais tempo de casado, maior é a importância do material representativo, que vai do mais frágil ao mais valorizado.
Saiba mais sobre o significado de Bodas.
Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://www.significados.com.br

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Pestilência

A Pestilência
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Qualquer doença infecciosa de rápido alastramento, capaz de atingir proporções epidêmicas e provocar a morte. A palavra hebraica para pestilência (dé·ver) vem duma raiz que significa “destruir”. (2Cr 22:10) Em muitos textos, a pestilência relaciona-se com a execução do julgamento divino, tanto no que diz respeito ao povo que leva o nome de Deus como aos que se opõem a eles. — Êx 9:15; Núm 14:12; Ez 38:2, 14-16, 22, 23;Am 4:10; veja PRAGA.
Provocada Pelo Abandono da Lei de DeusA nação de Israel foi alertada de que a recusa de guardar o pacto de Deus feito com ela resultaria em Deus ‘enviar a pestilência para o seu meio’. (Le 26:14-16, 23-25; De 28:15, 21, 22) Por todas as Escrituras, a saúde, em sentido físico ou espiritual, é associada com a bênção de Deus (De 7:12, 15;Sal 103:1-3; Pr 3:1, 2, 7, 8; 4:21, 22; Re 21:1-4), ao passo que a doença é associada com o pecado e a imperfeição. (Êx 15:26; De 28:58-61; Is 53:4, 5; Mt 9:2-6, 12; Jo 5:14) Assim, embora seja verdade que, em certos casos, Jeová Deus direta e instantaneamente causou alguma aflição a pessoas, como a lepra de Miriã, de Uzias e de Geazi (Núm 12:10; 2Cr 26:16-21; 2Rs 5:25-27), parece que, em muitos casos, as doenças e a pestilência eram o resultado natural e inexorável do proceder pecaminoso seguido por pessoas ou nações. Elas simplesmente colheram o que haviam semeado; seus corpos físicos sofreram os efeitos de seus modos de agir errados. (Gál 6:7, 8) A respeito dos que se voltaram para a obscena imoralidade sexual, o apóstolo diz que Deus “entregou-os à impureza, para que os seus corpos fossem desonrados entre si . . . recebendo em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro”. — Ro 1:24-27.
Israel foi atingidoAssim, o aviso dado por Deus a Israel na realidade os alertou a respeito dos muitos males que um proceder desobediente à Sua vontade inevitavelmente lhes causaria. A Lei que Deus lhes dera servia como prevenção e proteção contra a doença, graças a seus elevados padrões de moral e de higiene (veja DOENÇAS E TRATAMENTO [Exatidão dos Conceitos Bíblicos]), como também em virtude de seu efeito sadio sobre seu estado mental e emocional. (Sal 19:7-11; 119:102, 103, 111, 112,165) O que Levítico 26:14-16 descreve não é uma infração ocasional daquela Lei, mas sim o total abandono e rejeição de seus padrões, o que com certeza deixaria a nação vulnerável a todo tipo de doença e de contágio. A história, tanto passada como presente, confirma a veracidade disso.
A nação de Israel mergulhou em crassa apostasia, e a profecia de Ezequiel mostra o povo falando de si mesmo como que “apodrecendo”, em virtude de suas revoltas e pecados. (Ez 33:10, 11; compare isso com Ez 24:23.) Conforme predito, a nação sofreu pela ‘espada, fome e pestilência’, que atingiu um clímax na época da invasão dos babilônios. (Je 32:24) A freqüente associação de pestilência com a espada e a fome (Je 21:9; 27:13; Ez 7:15) harmoniza-se com os fatos conhecidos. A pestilência, em geral, acompanha ou segue na esteira da guerra, e sua acompanhante escassez de alimentos. Quando uma força inimiga invade um país, as atividades agrícolas são prejudicadas, as colheitas muitas vezes sendo confiscadas ou queimadas. As cidades sitiadas ficam privadas dos recursos externos, e a fome se propaga entre a população, forçada a viver em meio a condições apinhadas e insalubres. Sob tais circunstâncias, a resistência às doenças diminui, e abre-se o caminho para o mortífero ataque da pestilência.
Na “Terminação do Sistema de Coisas”. Jesus, ao profetizar a destruição de Jerusalém e a “terminação do sistema de coisas”, mostrou que a pestilência seria uma característica notável na geração em cujo período de vida viria a “grande tribulação”. (Mt 24:3, 21; Lu 21:10, 11, 31, 32) Escrito após a destruição de Jerusalém (que foi acompanhada de grave fome e doença), Revelação (Apocalipse) 6:1-8 apontava para uma futura época de espada, de fome e de “praga mortífera”. Estas coisas se seguiriam ao aparecimento do cavaleiro coroado montado num cavalo branco, e que saiu para vencer, figura exatamente paralela à de Revelação 19:11-16, que se aplica claramente ao reinante Cristo Jesus.
Proteção de JeováO Rei Salomão pediu em oração que, quando ameaçado de pestilência, o povo de Jeová pudesse orar a Ele em busca de alívio, estendendo as mãos em direção ao templo e ser ouvido favoravelmente. (1Rs 8:37-40; 2Cr 6:28-31) A capacidade de Jeová de proteger seu servo fiel também contra o dano espiritual, incluindo a moral e espiritual “pestilência que anda nas trevas” acha-se consoladoramente expresso no Salmo 91.

sábado, 19 de novembro de 2016

Filosofia Introdução e Resumo

Pecados dos Cristãos - 5ª Parte - Parte Final

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Pode-se ver que a salvação foi decidida, mas a entrada no reino ainda não o foi. Uma vez que um cristão creia no Senhor Jesus, ele pode imediatamente louvar o Senhor, porque sabe que a questão de vida ou morte eternas está decidida. Entretanto, após alguém crer, há experiências diante dele; ele ainda tem o reino diante dele e a glória futura aguardando por ele. Alguns obterão estas coisas: o reino, a coroa, a glória e o galardão; enquanto outros, não. Alguns entrarão no reino de Cristo; outros não estarão aptos para entrar. Alguns não apenas entrarão, como também serão rica e amplamente supridos com a entrada no reino de Cristo. Isso não significa que aqueles que não puderem entrar no reino de Cristo não sejam salvos. Mas significa que serão retiradas a recompensa e a glória deles. Portanto, precisamos correr e nos esforçar. Se estaremos aptos para reinar com Jesus, o nazareno, no futuro, dependerá de como nos esforçamos hoje.

ENTRAR NO REINO PARA PARTICIPAR DA GLÓRIA DE CRISTO

Gostaria de saber se você, alguma vez, pensou com que tipo de glória Deus recompensará Cristo no milênio, por aquilo que Ele sofreu há mais de dois mil anos. Uma recompensa deve equiparar-se ao sofrimento. Se um homem for rebaixado à mais inferior posição, sua recompensa deverá ser a maior. Suponha que sua casa pegue fogo ou que você se encontre em sério perigo, e um empregado seu arrisque-se e quase perca e a vida tentando salvá-lo. Como você o recompensaria? Você diria: “Eu o recompenso com vinte centavos”? Ninguém faria isso. A recompensa tem de equiparar-se ao sofrimento. Cristo glorificou a Deus de tal maneira e sofreu tal morte na cruz. Como Deus recompensará Cristo no futuro? E como Ele glorificará Cristo?

O reino será o tempo no qual Cristo e os cristãos receberão glória juntos. O reino será o tempo no qual Deus recompensará Cristo. Naquele tempo, nós também teremos uma porção. Se vamos ser achados dignos de receber a glória do Senhor, dependerá totalmente do resultado de nosso andar e trabalho pessoais. Não existe a questão de mérito no novo céu e nova terra. Mas no reino, somente os que tiverem mérito receberão glória. O Senhor sofreu perseguição, dificuldades e humilhação. Se hoje sofrermos perseguição, dificuldades e humilhação, da mesma forma, nós partilharemos uma porção com Ele no reino vindouro.

Chegamos final deste estudo sobre "Pecados dos Cristãos" o qual foi dividido em cinco partes de forma a facilitar o estudo e assimilação do extenso texto, espero te contribuído para sua edificação caro leitor. Que o nosso Deus multiplique as suas bençãos, espero contar com a sua visita ao meu site no futuro, e ainda se você desejar compartilhar e divulgar esse trabalho sinta-se livre e a vontade para faze-lo.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://www.estudobiblico.com.br/

https://www.bibliaonline.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Salvação e Vida Eterna

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domingo, 13 de novembro de 2016

Dia da Biblia

No 2° Domingo do mês de Dezembro é comemorado o Dia da Bíblia.


Para mais informações acesse:


sábado, 12 de novembro de 2016

Magazine Luísa e Você!

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Pecados dos Cristãos - 4ª Parte


     Dando continuidade a este estudo sobre "Pecados dos Cristãos" o qual foi dividido em cinco partes de forma a facilitar o estudo e assimilação do extenso texto, espero poder contribuir para sua edificação caro leitor. Que o nosso Deus multiplique as suas bençãos, espero ainda contar com a sua visita ao meu site no futuro, e ainda se você desejar compartilhar e divulgar esse trabalho sinta-se livre e a vontade para faze-lo.


Resultado de imagem para reino de deusPermitam-me repetir isto: Graças a Deus que a questão da nossa salvação eterna foi decidida há mais de mil e novecentos anos. Quando o Filho de Deus foi levado à cruz, a nossa salvação foi decidida. Mas, se vamos receber ou não a recompensa, depende de como nos conduzimos. A verdade do evangelho é muito equilibrada. A salvação depende totalmente do Senhor Jesus. Conceder a salvação depende totalmente do Senhor Jesus. Entretanto, se alguém pode obter sua recompensa ou não, depende da sua própria obra de edificação. O homem deve crer, e também deve trabalhar. Esse trabalho não é propriamente dele, mas é aquilo que o Espírito Santo tem trabalhado nele. Aqui vemos que é possível perdermos nosso galardão. É igualmente possível sermos reprovados para o reino e privados da nossa coroa. Dá-se a impressão de que a nossa posição no reino não está decidida; ela está sujeita a mudanças e não está assegurada.

GUARDAR FIRME A EXULTAÇÃO DA ESPERANÇA

Hebreus 3:6 dá-nos uma palavra semelhante: “Cristo, porém, como Filho, sobre a sua casa; a qual casa somos nós, se guardamos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança”. Aqui parece incerto se somos ou não a Sua casa. O apóstolo disse que somos a Sua casa, se guardamos firme até ao fim a ousadia e a exultação da esperança. Que é essa casa e essa esperança? Essa esperança bendita não é outra senão a da volta do Senhor Jesus em glória, para estabelecer Seu reino na terra. Se um cristão tiver tal esperança, sabendo que o Senhor Jesus voltará novamente para estabelecer Seu reino em glória, e sabendo que todos os fiéis que fizerem a vontade de Deus reinarão com o Senhor, se ele guardar firme isso, ele será Sua casa. Hoje, nós já somos Sua casa. Somos todos pedras vivas edificadas casa espiritual. Isso é o que Pedro nos disse (1 Pe 2:5). Mas qual será nossa porção no reino futuro, depende de quão firme guardamos até ao fim a ousadia e a exultação da esperança. Essa questão não pode ser decidida de uma vez por todas. Existem muitos versículos na Bíblia sobre isso, e todos são muito claros. O problema da eternidade está totalmente decidido, mas a questão da posição e recompensa no reino depende de quão firme guardamos hoje a ousadia e a exultação da esperança.

SER MAIS DILIGENTE PARA FIRMAR O CHAMAMENTO E A ELEIÇÃO

Chegamos a 2 Pedro1:10: “Por isso, irmãos, sede ao máximo diligentes, para firmar vosso chamamento e eleição, porque, fazendo isto de modo algum jamais tropeçareis” (lit.). Se alguém não conhece a verdade acerca da eleição, ele não verá que isso se refere a firmar a esperança do reino. Aqui diz que a eleição e o chamamento de uma pessoa não estão necessariamente firmados. Isso significa que uma pessoa se tornará não-salva novamente? Não, não significa isso, porque Romanos 11 claramente nos diz que o chamamento de Deus é irrevogável (11:29). Aqui não fala apenas sobre chamamento, mas também sobre eleição. Pedro colocou o chamamento e a eleição juntos. A Bíblia diz muitas vezes que muitos são chamados, mas poucos são escolhidos. Com exceção de um trecho, sobre o qual não estou absolutamente certo, todos os outros lugares referem-se a muitos sendo salvos e poucos obtendo um galardão. Portanto, eleição aqui se refere à posição no reino.
Pedro disse: “Porque fazendo isto de modo algum jamais tropeçareis”. “Isto” são as coisas mencionadas nos versículos 5 a 7, tais como: fé, virtude, conhecimento, domínio próprio, perseverança, piedade e amor. Se fizermos essas coisas, jamais tropeçaremos. Isso é o mesmo que dizer que, se formos os mais diligentes, nosso chamamento e eleição serão firmados. Essas expressões são correspondentes. A primeira dessas expressões diz que devemos ser diligentes para firmar nosso chamamento e eleição. A segunda delas diz que procedendo assim, jamais tropeçaremos.


O versículo 11 diz: “Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”. A Bíblia mostra-nos que o reino de Cristo é eterno. Contudo, alguns entrarão nele somente na eternidade futura, enquanto outros entrarão nele no milênio. O reino de Cristo começa com o reino milenar. Portanto, Apocalipse 11:15 diz: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos”. Esse versículo nos mostra que o reino de Cristo está ligado à eternidade futura; ele perdura para todo o sempre. Entretanto, ele começa com o trombetear do sétimo anjo, isto é, com o início da tribulação. Quando Cristo começar Seu reinado, alguns entrarão no reino. Eles não apenas entrarão, mas ser-lhes-á rica e amplamente suprida a entrada. Portanto, firmar nosso chamamento e eleição é ser rica e amplamente supridos com a entrada nesse reino eterno.


Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://www.estudobiblico.com.br/

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Divisão da História

De acordo com a visão clássica e tradicional, a divisão da história da humanidade é feita em quatro grandes períodos, também chamados de Idades. São eles:
  • Idade Antiga
  • Idade Média
  • Idade Moderna
  • Idade Contemporânea
​​Divisão da HistóriaDivisões da História

Pré-História

Todo o período que existiu antes da invenção da escrita é denominado Pré-história. Assim, a Pré-história corresponderia a um período da humanidade, que abrange milhões de anos, onde o homem aprendeu a viver em comunidade, a utilizar o fogo, a domesticar animais e a produzir alimento, dando a origem à agricultura. Na pré-história o homem criou a linguagem como meio de comunicação e inventou a escrita. Além disso, criou a pintura, a cerâmica e as primeiras organizações sociais e políticas.
Pré-história está dividida em três períodos:
  1. Paleolítico: também chamado de "Idade da Pedra Lascada", que se inicia há aproximadamente 4,4 milhões de anos e se estende até 8000 a.C.
  2. Neolítico: também chamado de "Idade da Pedra Polida", que vai de aproximadamente 8000 a.C. a 5000 a.C.
  3. Idade dos Metais: período que se estende de 5000 a.C. até o surgimento da escrita pelos sumérios, em 4000 a.C..
Tudo o que sabemos sobre a Pré-história devemos aos fósseis e objetos encontrados nas escavações paleontológicas, que ocorreram principalmente a partir do final do século XIX, estendendo-se até os dias atuais, frequentemente apresentando novas descobertas.

Idade Antiga

Idade Antiga ou Antiguidade é o período da história que é contado a partir do desenvolvimento da escrita, pelos sumérios, mais ou menos 4000 anos a.C., até a queda do Império Romano do Ocidente, em 476 da era cristã. Dentre os fatos históricos desse período da história se destacam:

Idade Média

Idade Média é o período da história que tem início em 476 e vai até a tomada de Constantinopla, pelos turcos otomanos, em 1453. Nesse período da história se destacam:

Idade Moderna

Idade Moderna é o período da história que tem início em 1453 e vai até o ano de 1789, data da Revolução Francesa. Dentro desse período da história se destacam:

Idade Contemporânea

Idade Contemporânea é estudada de 1789, época da Revolução Francesa, até os dias atuais. Dentro desse período, vários acontecimentos políticos, econômicos e sociais, receberam influência da Revolução Francesa, como:

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