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Jovens Gospel

Escola Bíblica Dominical - 3º Trimestre 2017 - Lição Nr 04

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Brasil tem mais de 206 milhões de habitantes, segundo o IBGE

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou nesta terça-feira (30), no "Diário Oficial da União", a estimativa da população brasileira, na qual aponta que o Brasil tem 206.081.432 habitantes. Em agosto de 2015, o mesmo levantamento estimou a população, à época, em 204.450.649.
O estado de São Paulo é o mais populoso, com 44.749.699. O estado com a menor população é Roraima, que tem 514.229 habitantes.
Veja abaixo a população de cada estado e do Distrito Federal, segundo o IBGE:
Rondônia: 1.787.279
Acre: 816.687
Amazonas: 4.001.667
Roraima: 514.229
Pará: 8.272.724
Amapá: 782.295
Tocantins: 1.532.902
Maranhão: 6.954.036
Piauí: 3.212.180
Ceará: 8.963.663
Rio Grande do Norte: 3.474.998
Paraíba: 3.999.415
Pernambuco: 9.410.336
Alagoas: 3.358.963
Sergipe: 2.265.779
Bahia: 15.276.566
Minas Gerais: 20.997.560
Espírito Santo: 3.973.697
Rio de Janeiro: 16.635.996
São Paulo: 44.749.699
Paraná:  11.242.720
Santa Catarina: 6.910.553
Rio Grande do Sul: 11.286.500
Mato Grosso do Sul: 2.682.386
Mato Grosso: 3.305.531
Goiás: 6.695.855
Distrito Federal: 2.977.216

Fonte de referência, estudos e pesquisa: 

sábado, 27 de agosto de 2016

ISLAMISMO

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I.         INTRODUÇÃO

O Islamismo é a religião dos povos árabes, os quais descendem de Ismael, o filho de Abraão por Agar (Gn 16.15,16). De Ismael descenderam doze príncipes dos povos ismaelitas que ocuparam o Oriente Médio, Ásia, África e parte da Europa (Gn 17.20,21; 25.16).

Hoje o Islamismo propaga-se rapidamente pelo mundo devido a grande imigração dos povos árabes, inclusive para o Brasil, também o seu zelo missionário de fazer prosélitos.   Mesquitas já surgem no Brasil, como é o caso de São Paulo, São José dos Campos, Campo Grande, Brasília etc.

O maior bloco de povos não evangelizado é o islâmico, com mais de 900 milhões de habitantes e cerda de 4.000 etnias, nos cinco continentes.  Oremos intensamente e evangelizemos os povos islâmicos.

II.      HISTÓRICO

1.   O fundador do Islamismo.
O Islamismo foi fundado por Maomé em 622 d.C. na Arábia.  O termo islã significa submissão. Os seguidores são também chamados muçulmanos, que significa “aquele que se submete”.  São ainda chamados maometanos, isto é, seguidores de Maomé.

Em meio a uma conspiração de correligionários, Maomé escapou fugindo para Medina, na Arábia, em 622 d.C. E a hégira (= fuga).  É o marco inicial da religião muçulmana.  A partir daí, Maomé expandiu pelas guerras de conquistas, o domínio árabe, implantando ao mesmo tempo a religião islã.  A isso os árabes chamam de guerra santa. Chegaram a dominar o sul da Europa, inclusive a Península Ibérica. (Este autor visitou demoradamente o célebre castelo de Alhambra, no interior da Espanha, da época do domínio árabe ali, com suas fortificações e edifícios, e ficou muito impressionado com o que viu).

2.   O progenitor do povo árabe.
Os árabes são semitas, parentes próximos dos judeus, pois Ismael (do qual descendem), e Isaque, eram ambos filhos de Abraão. Agar, a mãe de Ismael era egípcia, e, ele por sua vez casou com uma egípcia (Gn 21.9,21). Quando Abraão chegou a Canaã, vindo de Ur dos Caldeus, uma severa fome assolou aquela terra, e ele “desceu” ao Egito, o que não devia ter feito, pois sua chamada era para Canaã, não para o Egito.  No Egito ele teve sérios contratempos, inclusive trouxe de lá uma escrava egípcia, de quem teve Ismael, a conselho de Sara, por ser esta estéril (Gn 12.5-20; 16.1-16).  Tudo isto estava fora da linhagem messiânica traçada por Deus através de Abraão (Gn 18.10-15; Gl 4.22-31).

III.   A VIDA RELIGIOSA DE MAOMÉ

3.   Os primórdios do Islamismo.
Maomé, chamado pelos árabes o profeta do Islamismo, nasceu em 570 d.C. em Meca, Arábia.  Ficou órfão de pai antes de nascer, e, de mãe aos 6 anos. Foi criado, primeiro por seu avô, e depois por um tio.  Pertencia a linha ashemita. Aos 25 anos casou-se com uma viúva de nome Khadijah. Muito cedo ele revelou-se um homem religioso.  Buscava reclusão em cavernas para meditação e jejum. Era chegado a sonhos. A crença que ele tinha de Deus, não se sabe até hoje se provinha do cristianismo ou do judaísmo, ou de ambos.

Maomé cria num só Deus – em árabe Allah. Ele rejeitou o politeísmo idólatra então reinante entre os povos à sua volta. Aos 40 anos, Maomé era um homem voltado para a religião e teve a primeira “visão”, também chamada “revelação”. São estas “revelações” que constituem o Corão (também chamado Alcorão), de que ainda falaremos. Estas “revelações” Maomé as teve até sua morte em 632 d.C. São escritas em forma de versos. Segundo Sir Norman Anderson, um renomado mestre em Islamismo, Maomé dá a entender que duvidava da fonte destas revelações.

4.   A oposição.
A nova religião foi rejeitada a partir da terra natal de Maomé: Meca. Ele e seus seguidores retiram-se para Medina em 16-7-622 d.C. Essa retirada é a hégira, que significa fuga. É o momento decisivo do Islamismo. O calendário muçulmano tem início ai.  Depois o profeta volta a Meca e a conquista pelas armas. Seu plano era um só: unificar os árabes sob um governo teocrático, dizendo ele que esta era a vontade de Deus. O Islamismo propagou-se pela espada, algo que nunca caracterizou o reino de Deus.

5.   A morte de Maomé e o futuro do Islamismo.
Ao morrer em 632, Maomé não deixou diretrizes sobre a sua sucessão. Sucedeu-lhe o califa Abu Bakr que morreu dois anos depois.  Em seguida veio o califa Omar e dois outros: Uthman, e, Alli. Enquanto isso, surgiu dissensões sobre a sucessão dos califas. Uns a queriam por eleição, e outros por sucessão hereditária. Sob o califado de Omar, as fronteiras do mundo islâmico expandiram-se.  Era uma espécie de teocracia em que não havia distinção entre religião e Estado.  Ao chegar ao 4º califa – Alli, acentuou-se a disputa pelo poder e definiram-se as facções religiosas.  A principal facção foi a que resultou do 4º califa, Alli, genro de Maomé, casado com sua filha única – Fátima.  Daí provem o maior grupo islâmico – os sunitas.

Enquanto prosseguiam as disputas em torno a sucessão governamental surgiram ao mesmo tempo conflitos respeito de legislação e teologia.  Uma Segunda facção rival que vem desse tempo são os xiitas que hoje predominam no Irã, sendo seus líderes chamados aiatolás. Uma terceira facção surge-os sufistas, que são os místicos religiosos do islamismo. Estes alegam andar bem perto de Deus mediante seu fervor e zelo religioso e suas orações.

IV.   A FAMÍLIA ISLAMITA

Todo muçulmano deve casar, mesmo os sufistas praticantes do ceticismo religioso. Maomé determinou que o homem case e propague a raça árabe, para desta maneira disseminar o Islamismo.  O homem pode ter até quatro mulheres como esposas legais, contanto que possa sustentá-las e a seus filhos, assim muitos homens casados têm concubinas para terem mais filhos. Portanto o Islamismo não é uma religião bíblica, nem cristã, nem evangélica.  Eles consideram o casamento importante, mas não santificam a união conjugal, uma vez que podem ter várias mulheres.



V.      A RELIGIÃO ISLÃ

O dia santo do Islamismo é a Sexta-feira. Há também um mês santificado: Ramadã, o nono do calendário muçulmano. É o mês do jejum.

Como religião, o Islamismo árabe vem crescendo rapidamente. Várias coisas vêm contribuindo para isso, como passaremos a explicar:

1.      O intercâmbio com as nações do Ocidente.
As nações árabes, antes isoladas por séculos, vêm mais e mais aproximando-se das nações do Novo Mundo.  As razões principais são comércio, indústria, empreendimentos, educação, esporte, diplomacia, com seu aumento de representações e de quadro de pessoal.

2.      Imigração.
Aumentam mais e mais os núcleos árabes em terras do Novo Mundo, trazendo sua cultura, sua língua e sua religião.

3.      Literatura.
As publicações árabes traduzidas estão aumentando por toda a parte, contribuindo decisivamente para o aumento de intercâmbio.

4.      Turismo.
As viagens, no passado demoradas e difíceis sob vários aspectos em relação ao mundo árabe, são hoje facilitadas, em muito contribuindo para aproximação dos árabes entre si e dos demais povos.

5.      Outros pormenores religiosos.
O Islamismo é a religião oficial dos países árabes, daí ela, além do seu papel religiosos, está fortemente ligada a cultura árabe e a política. O Islamismo com facilidade difunde-se, porque não tem iniciação secreta; seu credo e doutrinas são fáceis de se entender; qualquer pessoa interessada pode ingressar na um mah (a congregação local), não existe discriminação racial, nem de cor.  Ela tem um forte chamamento à união universal dos povos.

O Corão (livro) é o manual de doutrina do Islamismo. Tem 144 capítulos (que eles chama surahs).  Parte do Corão foi escrita por Maomé, e o restante foi escrito por seus discípulos após sua morte, porém, como resultado de seus ensinos.  Através dos tempos os dirigentes religiosos foram acrescentando matéria ao Corão, que eles chamam Hadith (significando tradição). O Hadith é para o Corão o que o Talmude é para a Lei, no Judaísmo.  Eles declaram que o Corão foi revelado por Deus, sendo para eles de autoridade divina como a bíblia é para os evangélicos.  Todo assunto de fé e prática de vida entre os muçulmanos depende do Corão.

Outros livros sagrados (porém secundários) são o Torah (a lei de Moisés), o Zabur (os salmos de Davi), o Ingil (o evangelho de Jesus). Ninguém pense que o texto desses outros livros sagrados é idêntico ao das nossas Bíblias; ele tem sido alterado de tal modo que um nosso leitor comum não os reconhecerá. Por outro lado, se um árabe religiosos pegar a Bíblia nossa, ao examinar as seções acima enumeradas, dirá que é falsificada, visto que o texto quase nada tem a ver com os deles.

6.      Maomé.
Segundo o Islamismo, Maomé recebeu revelações únicas de Deus. Ele foi o último e também o perfeito profeta de Deus à humanidade.

7.      As cinco doutrinas fundamentais do Islamismo:
Deus. Existe apenas um verdadeiro Deus que é Allah, e Maomé é o seu profeta. Allah é o único e supremo.  Ele é o criador e único árbitro para salvar o crente da destruição do mundo e colocá-lo no paraíso.

Os anjos. O assunto dos anjos é fundamental na doutrina islâmica.  É artigo de fé que o anjo Gabriel apareceu a Maomé e que foi o instrumento vital na entrega a Maomé, das revelações contidas no Corão. Crêem na realidade de Satanás, bem como em seres espirituais bons e maus que se situam entre os anjos e os homens.

Livros Sagrados. Há quatro livros sagrados, tidos como divinamente inspirados, no Islamismo: O Corão, O Torah, Os Salmos, Os Profetas, e O Evangelho. Os muçulmanos creem que os três últimos estão adulterados pelos judeus e cristãos, e, que o texto que eles têm é o correto (o que é exatamente o contrário, como nos comprova a bibliologia). Também afirmam que sendo o Corão a mais recente e final mensagem de Deus à humanidade ele é superior aos demais livros inspirados do islã.

Os Profetas. O Islamismo crê em numerosos profetas.  Os maiores são Adão, Noé, Abraão, Jesus e Maomé, que é tido como o último e o maior dos profetas.

O Último Dia. Esta é a última das cinco doutrinas fundamentais do Islamismo.  O muçulmano crê que no último dia haverá uma ressurreição e julgamento para todos.  Quem seguiu e obedeceu a Allah como Deus, e a Maomé como seu profeta irá para o céu, chamado no Islamismo de paraíso, um lugar de delícia.  Todos que se opuseram a Allah e a Maomé estarão perdidos e irão para o inferno, onde sofrerão tormento eterno.

Relacionada a esta 5º doutrina básica, está a da predestinação fatalista islâmica, chamada decreto do destino, a qual afirma que todo bem ou mal procede de um decreto divino inevitável.

8.      As cinco colunas da fé, segundo o islamismo.

Trata-se de cinco práticas também fundamentais que todo praticante do Islamismo deve cumprir.  São: O credo, As Orações, As Esmolas, O Jejum, e A Peregrinação a Meca.

Pr. Elias Ribas

SEXTA-FEIRA, 26 DE ABRIL DE 2013


EM JESUS TENS A PALMA DA VITÓRIA

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A biblia satânica!

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A Bíblia satânica, escrita por Anton Szandor LaVey, fundador da Igreja de satanás, é um livro de 272 páginas a favor do diabo. Publicada em 1969, tornou-se instantaneamente êxito de livraria, atingindo a marca de meio milhão de exemplares vendidos. Em alguns campus de faculdades, ela era mais vendida do que a Bíblia Cristã (para cada Bíblia Cristã, 10 exemplares da Bíblia satânica [está informação se encontra no vídeo Adoradores do Diabo]).
O livro inicia com uma explicação de LaVey do motivo por que ele veio a aceitar a filosofia hedonista. Aos 16 anos, LaVey tornou-se músico de uma boate, e nessa época diz ele que observava, nos sábados à noite, "homens olhando com luxúria as moças que dançavam na boate, e no dia seguinte, enquanto eu tocava órgão em uma igreja situada no mesmo quarteirão onde ficava a boate, via esses mesmos homens sentados nos bancos com suas esposas e filhos, pedindo a Deus que lhes perdoasse e os purificasse dos desejos carnais. Mas no sábado seguinte , lá estavam de volta à boate ou a outro lugar de vício. Concluí então que a igreja cristã prospera na hipocrisia e que a natureza do homem termina por domina-lo"( Anton Szandor LaVey, A Bíblia satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969).
Logo no começo do livro, as Nove Declarações satânicas esclarecem as doutrinas de LaVey. Cito-as a seguir para que o leitor possa ver com clareza quão hedionda é a base do satanismo moderno. Ter consciência disto ajudará a identificar tais idéias quando forem reveladas por alguém que esteja envolvido no satanismo. (...)
As 9 Declarações satânicas são:
1. satanás representa a licenciosidade , em vez da abstinência e auto-controle.
2. satanás representa a existência vital, em vez de sonhos espirituais ilusórios.
3. satanás representa a sabedoria incontaminada, em vez de auto-engano hipócrita.
4. satanás representa bondade aos que a merecem, em vez de amor desperdiçado com ingratos.
5. satanás representa a vingança, e não o oferecimento da outra face.
6. satanás representa responsabilidade para como os responsáveis, em vez de preocupação pelos vampiros psíquicos.
7. satanás vê o homem exatamente como um simples animal, às vezes melhor, todavia mais freqüentemente pior do que os que andam sobre quatro patas, e devido ao seu "desenvolvimento espiritual e intelectual divino", tem-se tornado o mais feroz de todos os animais.
8. satanás representa todos os assim chamados pecados, visto que todos eles conduzem à satisfação física, mental e emocional.
9. satanás tem sido o melhor amigo que a igreja já teve, visto que ele a tem mantido ativa durante todos esse anos.
(...) Mas a Bíblia satânica vai muito mais longe. Uma vez que a blasfêmia é parte integrante da adoração de satanás, LaVey inclui invectivas ultrajantes arremetidas contra Deus. "Enfio meu dedo indicador no sangue aguado do teu impotente e louco redentor, e escrevo sobre sua testa rasgada de espinhos: O VERDADEIRO príncipe do mal, o rei de todos os escravos".
Para o caos de isso não ser bastante ofensivo, ele acrescenta: "Olho firme no olho vidrado de seu medroso Jeová e puxo-o pela barba; ergo um largo machado e parto em duas sua caveira comida de vermes". (Anton Szandor LaVey, A Bíblia satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969, p. 30)
A mentira, a libertinagem e os pecados são perdoados ao longo da Bíblia satânica, e não apenas nas Nove Declarações. A ideologia de LaVey baseia-se na satisfação imediata."A vida é a grande libertinagem – a morte é a grande abstinência", proclama LaVey. "Não existe nenhum céu brilhante glória, e nenhum inferno onde os pecadores assam... nenhum redentor vive!".( Anton Szandor LaVey, A Bíblia Satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969, p. 33)
O sacrifício humano é desculpado com argumentos cuidadosamente elaborados. (...) (...) Para inflamar ainda mais seus leitores, LaVey acrescenta: "Os cães loucos são destruídos , e eles necessitam de ajuda muito mais do que os seres humanos que espumam pela boca durante o seu comportamento irracional... portanto , você tem todo o direito de (simbolicamente) destruí-los, e se a sua maldição provoca o aniquilamento real deles, regozije-se por ter sido usado com instrumento para livrar o mundo de uma peste".(Anton Szandor LaVey, A Bíblia Satânica, Avon Books, Nova York, N.Y., 1969, p. 33)
(...) A filosofia de LaVey conduz normalmente ao crime e à violência. Os satanistas estão determinados a desobedecer a todos os dez mandamentos da Bíblia e cometer os pecados que Deus abomina, tais como: orgulho, mentira, homicídio, ter um coração perverso, ser rápido em praticar o mal, dar falso testemunho e promover discórdia, etc. (ver Provérbios 6:16-19).
(...)Para LaVey, o verdadeiro inimigo do homem é o senitmento de culpa instilado pelo cristianismo, e o caminho para a liberdade do indivíduo é a prática constante do pecado. LaVey admite que não considera coisa alguma como sobrenatural, e que se inclina para a escola de magia de Aleister Crowley, que se baseia no enfoque científico do paranormal.
(...) Além dos livros de LaVey, os membros são incentivados a ler os escritos de Ayn Rand, Friedrich Nietzsche e Maquiavel, em virtude da ênfase que esses autores dão à conquista da auto-suficiência através do potencial humano. Executam-se três tipos de rituais: rituais sexuais para satisfazer o erotismo, rituais compassivos para ajudar alguém e rituais destrutivos para obter vingança. (Larry Kahner, Seitas que matam, Nova York, N. Y., 1988)

Fonte de estudos e pesquisa: http://www.elnet.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Pais Analógicos e Filhos Digitais

Como orientar crianças e adolescentes para o uso ético, seguro e legal das novas tecnologias? 
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Com a Globalização e a inclusão digital, vivenciamos atualmente a “Revolução Digital”, em que nosso grande capital é a informação, o conhecimento, e consequentemente, o “dado eletrônico”, afinal, a Tecnologia faz parte do nosso cotidiano. Estamos cada vez mais “conectados” através de celulares, smartphones, netbooks, palmtops, Internet móvel... É cada vez maior o número de opções que nos oferecem para que possamos acessar a Web de qualquer lugar. Mas será que estamos preparados para essa nova realidade? Será que sabemos nos comportar nos novos ambientes eletrônicos? Será que as crianças e adolescentes, grandes usuários das redes sociais virtuais, utilizam a Internet de forma prudente? Para responder a essas e outras questões, precisamos compreender a mudança de cenário que tivemos: nas décadas de 80 e 90, muitos pais deixavam seus filhos frequentemente à mercê da televisão, a “babá eletrônica” da época. Hoje, o computador assumiu este papel. Os pais permitem que os filhos passem horas à frente do computador, sem fornecerem-lhes qualquer tipo de orientação sobre alguns riscos que as novas tecnologias trazem. Porém, entre a TV dos anos 80/90 e o computador há uma grande diferença: a criança assistia passivamente aos programas televisivos, enquanto com o computador, ela interage. A Internet é essencialmente interativa! Temos as salas de bate-papo e os comunicadores instantâneos, através dos quais podemos conversar em tempo real com qualquer pessoa; os sites de relacionamento, que permitem a criação de comunidades e discussão de assuntos; as redes P2P (peer-to-peer), que possibilitam o compartilhamento de arquivos; os blogs, que permitem a publicação de conteúdo como se fossem diários pessoais; entre outros serviços, sem contar na própria navegação, através da qual o jovem internauta pode clicar em tudo o que lhe aparecer à frente... Tudo isso deixa as crianças e os adolescentes muito vulneráveis aos crimes eletrônicos: calúnia1 , difamação2 , injúria3 , ameaça4 , pedofilia5 , induzimento ao suicídio6 , falsa identidade7 , fraudes, etc.
Além disso, temos outro fator impactante: em geral, os pais não são muito familiarizados com a Tecnologia, campo em que os mais jovens dominam muito bem, chegando até mesmo a ensinarem os mais velhos. Diante desta realidade, não há como você ser um pai analógico se o seu filho é digital! Os pais e educadores precisam entender a linguagem e o comportamento dos mais jovens, mesmo nos ambientes virtuais. Portanto, será que você, sendo pai ou mãe, conseguiria responder às seguintes perguntas?:  Você sabe se seu filho está em algum site de relacionamento (Orkut, MySpace, Facebook, etc)?  Sabe quem são os amigos virtuais dele e o tipo de mensagens trocadas?  Sabe quais são as comunidades virtuais das quais seu filho participa?  Tem idéia de quais fotos seu filho coloca no álbum virtual?  Sabe se seu filho tem blog, fotoblog, etc., e o que publica nesse tipo de site? 


1 Art. 138, Código Penal - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena - detenção, de seis (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.
2 Art. 139, Cód. Penal - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa. 3 Art. 140, Cód. Penal - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa. 4 Art. 147, Cód. Penal - Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave: Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. 5 Art. 241-A, Lei nº 8069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente - alterada pela Lei nº 11829/08) - Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa. 6 Art. 122, Cód. Penal - Induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou prestar-lhe auxílio para que o faça: Pena - reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, se o suicídio se consuma; ou reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, se da tentativa de suicídio resulta lesão corporal de natureza grave. 7 Art. 307, Cód. Penal - Atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave. Art. 308 - Usar, como próprio, passaporte, título de eleitor, caderneta de reservista ou qualquer documento de identidade alheia ou ceder a outrem, para que dele se utilize, documento dessa natureza, próprio ou de terceiro: Pena - detenção, de 4 (quatro) meses a 2 (dois) anos, e multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.

Para saber mais sobre o assunto e ler o artigo na íntegra acesse o link abaixo.

Fonte de referência, estudos e pesquisas: http://www.truzzi.com.br/

domingo, 21 de agosto de 2016

Sortes e Superstições!

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À observar "Pensamento: Cristão nãos tem sorte, tem FÉ!"

Figas, fitinhas, pulseiras, arruda, sal grosso, óleo, flores, copo de água, duendes, pedras, cristais, pirâmides e mais uma lista interminável de objetos, fazem parte do dia a dia de milhões de pessoas que os possuem na crença de que têm poderes para curar, afastar "mau-olhado", trazer sorte, afastar "maus-espíritos" e mais uma inumerável lista de atribuições.
Mas o uso de objetos "abençoados" não é privilégio dos que se intitulam de místicos. Também nas igrejas de denominações diversas podemos contemplar o uso de objetos ligados ao exercício da fé, aos quais são atribuídos poderes espirituais, como no caso das medalhas, crucifixos, terços e imagens de santos, dentre outros que são adjetivados de sagrados, sendo considerados ainda mais sagrados aqueles que forem "abençoados" ou "ungidos".
Antes de prosseguir, desejamos alertar que não somos contra as pessoas que possuam, façam uso ou simplesmente creiam nos poderes destes objetos, muito pelo contrário, pois, se estamos escrevendo este texto, é justamente para permitir que saibam o que a Bíblia diz a respeito e assim, firmem seu entendimento sobre o assunto. Também advertimos que, sendo todo este texto fundamentado na Bíblia, só se torna interessante a leitura dele para aqueles que acreditam que ela é a Palavra de Deus.
Podemos começar a discorrer sobre o assunto apresentando o texto contido em Lv 26.1 que diz:
"NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus."
Pense bem, Deus falou isso obviamente para dizer que Ele e somente Ele, deveria ser adorado. Só Ele é Deus e não existem outros deuses. O SENHOR nunca mandou que se fizesse uma estátua ou escultura Dele mesmo. Em toda Bíblia, podemos concluir que só há uma forma de adorar a Deus que é em espírito. Será então que Deus se agradará daquele que estiver à frente de uma estátua de um santo, um anjo, de um "orixá" ou de qualquer outro objeto, para suplicar por bênçãos ou agradecer pela "graça alcançada", quando sabemos que tudo o que temos vêm de Deus. Se temos que dar graças por algo, demos graças a Deus, e só a Ele.
Se restou dúvida, vejamos algumas passagens bíblicas que dizem sobre isso:
Lv 19.4 "Não vos virareis para os ídolos nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o SENHOR vosso Deus."
1Rs 14.15 "Também o SENHOR ferirá a Israel como se agita a cana nas águas; e arrancará a Israel desta boa terra que tinha dado a seus pais, e o espalhará para além do rio; porquanto fizeram os seus ídolos, provocando o SENHOR à ira."
1RS 16:33 "Também Acabe fez um ídolo; de modo que Acabe fez muito mais para irritar ao SENHOR Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele."
2RS 17:16 "E deixaram todos os mandamentos do SENHOR seu Deus, e fizeram imagens de fundição, dois bezerros; e fizeram um ídolo do bosque, e adoraram perante todo o exército do céu, e serviram a Baal."
1CR 16:25 "Porque grande é o SENHOR, e mui digno de louvor, e mais temível é do que todos os deuses."
1CR 16:26 "Porque todos os deuses dos povos são ídolos; porém o SENHOR fez os céus."
Vejamos ainda uma passagem onde um anjo se recusa a receber uma oferta e alerta que só se deve oferecer à Deus.
JZ 13:15 "Então Manoá disse ao anjo do SENHOR: Ora deixa que te detenhamos, e te preparemos um cabrito."
JZ 13:16 "Porém o anjo do SENHOR disse a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se fizeres holocausto o oferecerás ao SENHOR."
Na tentativa de agradar o anjo, Manoá lhe fez uma oferta, mas o anjo orientou-a mostrando que o Senhor é quem deve ser agradado.
Agora que já sabemos que somente Deus deve ser adorado e só a Ele devemos dirigir as nossas orações de súplica ou de agradecimento, tentaremos entender porque as igrejas permitem, e até incentivam o uso de alguns objetos e imagens.
Para isso vamos retroceder no tempo para ver o que acontecia antes e, o que aconteceu para que chegássemos ao ponto em que chegamos.
A igreja primitiva, aquela que surgiu algum tempo depois da morte de Jesus, cuidava tão somente de proclamar que Jesus era o filho do Deus Vivo, o Salvador, o Messias de quem falavam os profetas do antigo testamento e faziam isso com tal convicção que nem diante da pena morte que se lhes impunha, deixavam de entronizar Jesus como o Rei de suas vidas.
Aqueles cristãos entenderam, pela fé, que só através de Jesus poderiam chegar ao Pai. Muitos deles foram mortos pelas diversas perseguições feitas pelos imperadores romanos aos cristãos, pois estes determinavam àqueles que estivessem sob sua autoridade que adorassem ou prestassem culto somente a eles ou aos deuses que eles permitissem (alguns se julgavam deuses). Talvez fosse muito humilhante para aqueles imperadores que os cristãos colocassem a autoridade de Jesus (um homem morto, para eles) acima da autoridade deles.
Toda a carnificina não foi suficiente para evitar que a Palavra de Deus fosse divulgada por todo o mundo e que a fé cristã tomasse conta de corações por toda parte.
Diante do grande número de seguidores do cristianismo espalhados pelo mundo, já não era interessante para o imperador de Roma se opor a eles. Foi então que Constantino, o grande, no 4º século da era cristã, em 306 D.C., tornou-se imperador de Roma e adotou a religião cristã. Unindo o poder político ao religioso, tornou-se o homem principal da igreja. Tomou para si o poder de presidir os concílios da igreja, tomar parte nos debates, constituir e dissolver assembléias e resolver as questões mais importantes da igreja.
A degradação pela qual a igreja passou depois disso foi enorme. O culto cristão foi perdendo sua simplicidade, sofrendo sempre inovações para dar lugar à pompa e majestade de rituais cada vez mais sofisticados, deslumbrantes, onde a beleza e a teatralidade passaram a ocupar o espaço que outrora era dedicado à adoração do Senhor.
Na idade média, movidos pela superstição, os homens foram levados à crença de que milagres extraordinários poderiam ser operados pelos ossos dos santos, pelos crucifixos e pelas velas consagradas que adornavam os altares. Dessa forma a idolatria (adoração a ídolos, imagens e etc.) tão abominada por Deus em toda a Bíblia, ia se infiltrando por toda a cristandade. Não demorou para que o povo começasse a colocar velas acesas em frente de imagens em igrejas, beijando e adorando de joelhos acreditando na superstição de que faziam milagres.
Sereno, Bispo de Marselha, bem que tentou proibir estas práticas, por serem contrárias ao ensinamento da Bíblia, destruindo imagens e proibindo o uso destas, mas o pontífice Gregório I, mais preocupado com o desagrado que isso causava aos "fiéis" do que com o desagrado que causava a Deus, escreveu a Sereno dizendo que aprovaria se ele apenas proibisse que fossem adoradas mas que "uma coisa é adorar objeto e outra aprender por ele a apreciar o próprio objeto de adoração". Assim se permitiu que essa prática progredisse até os nossos dias.
O que era um culto de adoração ao Senhor foi se transformando em um mero instrumento do poder religioso para dominar os religiosos incutindo-lhes o medo de se tornarem pecadores e atraírem para si a ira de Deus. A "santa" inquisição, a venda de indulgências (venda do perdão dos pecados), e outras barbaridades foram sendo acrescentadas ao rol de sandices que assolava a igreja.
O resultado final de tudo isso é uma grande quantidade de superstição, pouco conhecimento da Bíblia (que leva o homem a acreditar em tudo o que lhe é dito), e uma crença mal fundamentada, que cuida muito da liturgia, política, economia e esquece que nenhuma destas funções destina-se à igreja que deveria estar ensinando aos homens a forma correta de buscar a face de Deus, através de Jesus (o único Caminho) e não apenas dizendo a eles o quando podem e quando não podem fazer alguma coisa, sem sequer fazer com que o homem entenda o que ela realmente simboliza.
Chegando aos nossos dias deparamo-nos, ainda, com o sincretismo religioso onde duas ou mais religiões encontram um ponto de intercessão, como no caso das religiões afro-brasileiras, e também com a idéia do "ecumenismo" que, em síntese, é uma idéia de reunir todas as religiões, sob a alegação de que seguimos a um só Deus. Com isso, cada vez mais abrem-se as portas da tolerância para as atitudes que desagradam a Deus pelo simples fato de que não devemos desagradar os homens.
Mais uma vez quero lembrar que não somos contrários a quem segue tais práticas religiosas, que nós mesmos seguimos, um dia. Estamos apenas demonstrando o que ficou óbvio: O homem, mais uma vez, se corrompeu, se deixou enganar, da mesma forma que Adão, na Bíblia.
Mas se os apóstolos realizavam milagres, porquê não poderíamos prestar-lhes homenagens, dando seus nomes a igrejas e realizando festas em suas memórias? A resposta é simples: só o Senhor é que deve estar em evidência. Vamos deixar que o próprio apóstolo Pedro fale sobre isto:
AT 3:1 "E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona."
AT 3:2 "E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam."
AT 3:3 "O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola."
AT 3:4 "E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós."
AT 3:5 "E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa."
AT 3:6 "E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda."
AT 3:7 "E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram."
O milagre se realizou, como se viu, não por poderes de Pedro ou de João. Aconteceu pela fé. Foi em nome de Jesus Cristo e pelo Seu poder que a cura ocorreu.
AT 3:11 "E, apegando-se o coxo, que fora curado, a Pedro e João, todo o povo correu atônito para junto deles, ao alpendre chamado de Salomão."
AT 3:12 "E quando Pedro viu isto, disse ao povo: Homens israelitas, por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem?"
AT 3:16 "E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde."
Não creio que seja necessário acrescentar mais nada, entretanto, vejamos mais esta passagem.
AT 10:25 "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou."
AT 10:26 "Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem."
Assim, fica mais do que claro que Pedro e os demais apóstolos não queriam estar em evidência, não queriam ser adorados porque sabiam que não tinham mérito nos milagres, estes se concretizavam pela fé, em nome de Jesus. Eles eram apenas divulgadores de um novo período: o da salvação através de Jesus Cristo. Desejavam ensinar a todos quanto pudessem, como viver em santidade, colocando em prática os ensinamentos deixados pelo Senhor. Mas eram homens como nós. Provavelmente não tão inclinados ao pecado como a maioria de nós, mas também não estavam livres dele.
Paulo, por exemplo, vivia se queixando de um "espinho na carne" que o incomodava. Sabemos que o tal "espinho" estava longe de ser algo passível de remoção física. Talvez fossem apenas desejos ou maus pensamentos que o atormentassem. Talvez atitudes suas não condizentes com as de um servo do Senhor. Quem sabe? Só o Senhor!
Se os apóstolos já declararam, ainda em vida, que não desejavam ser adorados (porque isto não agradaria a Deus) e que quem realizava os milagre e, principalmente, salvava, sendo digno de toda a adoração, era o Senhor Jesus, qual é então a necessidade ou utilidade de se pedir alguma coisa a eles? Ou pior, a uma estátua deles? Se podemos (e devemos) pedir diretamente ao pai, através de Jesus, porque insistir numa tradição que obviamente não agrada a Deus?
Àqueles que estão se sentindo agredidos pelo conteúdo deste texto cabe dizer que um dia passamos pela mesma situação. Acreditávamos nas religiões, nas superstições, no ecumenismo, no misticismo e em quase tudo que o mundo apresentava e quando alguém nos disse que estávamos errados, que não era isso que Deus esperava de nós, foi um grande choque. Mas, a simples leitura da Bíblia foi suficiente para que tudo se confirmasse: estávamos realmente errados! Entretanto, depois da tempestade veio a bonança. Passamos a aprender o que é do agrado de Deus, e como falar com ele.
Muitos têm sido os argumentos utilizados para justificar o uso de objetos pelas religiões, mas sempre bastará uma consulta à Bíblia para derrubar qualquer um desses argumentos. Consulte você mesmo a Palavra de Deus e chegue às suas próprias conclusões. Faça isso com o coração aberto e escute Deus falar diretamente com você.
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Fonte de estudos e pesquisa: http://www.elnet.com.br
 

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