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Jovens Gospel

Escola Bíblica Dominical - 3º Trimestre 2017 - Lição Nr 04

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O Juízo Pré-Advento ...

O Juízo Pré-Advento do Santuário Celestial

Jesus Santuário Celeste
Hebreus 8:1-2, 9:11 e 24, declara que Jesus entrou no Santuário Celeste como nosso advogado e intercessor. Veja antes as páginas: O Santuário Terrestre e O Santuário Celestial. A Bíblia também nos ensina que no dia 22 de Outubro de 1844, Jesus começou o julgamento dos humanos neste Santuário. Como descobrimos isso?

O juízo universal

No livro do Apocalipse encontramos o anúncio de um juízo. Um juízo universal e de consequências eternas. Um dia Lúcifer disse que estava certo e Deus, errado. O Criador deu-lhe o tempo necessário para provar a validade de suas acusações e para esclarecer qualquer dúvida na mente das criaturas. Mas, finalmente, chega o dia em que todas as acusações e seus resultados devem ser julgados.
No capítulo 14 de Apocalipse, o apóstolo João nos leva a contemplar essa cena crucial do grande conflito entre o bem e o mal. “Vi outro anjo” – diz o profeta – “voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, tribo, língua, e povo.” (Apocalipse 14:6).
  • Quem é esse anjo e a quem simboliza?
Ao longo de todo o livro do Apocalipse são mencionados muitos anjos. Dessa vez João vê outro anjo. Este “anjo” ou “mensageiro” representa, segundo os comentaristas bíblicos, “os servos de Deus empenhados na tarefa de proclamar o evangelho”.1 Afinal de contas, a missão de pregar o evangelho foi dada por Jesus aos discípulos antes de o Mestre partir.” (Marcos 16:15 e 16). Quer dizer que, hoje, existe neste mundo um povo especial, com uma mensagem especial para ser dada aos moradores da Terra.
A mensagem que essas pessoas proclamam é a seguinte: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de Seu juízo.” (Apocalipse 14:7). Essa mensagem é de suma importância porque é o anúncio do dia do acerto de contas: finalmente chegou a hora do julgamento. Quando o juízo findar, todo o Universo saberá sem sombras de dúvidas quem estava com a razão: Satanás ou Cristo. Lá nos céus, muito tempo atrás, Lúcifer acusou a Deus de ser tirano, arbitrário e cruel. Acusou-O de estabelecer princípios de vida que nenhuma criatura poderia cumprir e, portanto, de não merecer mais adoração nem obediência. Mas agora chegou o momento do veredicto final. A História encarregou-se de acumular as provas. Os livros serão abertos, e o juízo começará.

A Bíblia está cheia de afirmações que confirmam a existência de um juízo para a raça humana. Observe algumas delas:
  1. “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” (Eclesiastes 12:14)
  2. “Porquanto [Deus] estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça…” (Atos 17:31)
  3. “Porque importa que todos nós compareçamos ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo.” (II Coríntios 5:10)
Mas a grande pergunta é: Quando acontece o juízo? Como saber o tempo exato em que esse julgamento terá início? Se nosso destino eterno está em jogo, não deveríamos preocupar-nos por estudar a profecia a fim de estar preparados para aquele dia?

O Dia do juízo

Para compreender as profecias do Apocalipse é preciso conhecer bem o Velho Testamento. Isso porque, no Apocalipse, muitos detalhes proféticos do Velho Testamento cobram sentido. No Apocalipse está o maravilhoso final da história que começa no Gênesis. Portanto, para saber quando começa o juízo que o Apocalipse menciona, é preciso rever, na história bíblica, quando se realizava o juízo em Israel, o povo de Deus no Velho Testamento.
Segundo o Mishná, que é a coleção dos escritos judeus, o juízo de Israel começava no primeiro dia do sétimo mês, com a Festa das Trombetas, e terminava no décimo dia, com a Cerimônia da Expiação. Até hoje esse dia é denominado “Yom Kippur“, que significa literalmente “dia do juízo”.2Nesse dia, cada verdadeiro israelita renovava sua consagração a Deus e confirmava seu arrependimento, ficando, assim, perdoado e limpo. (Levítico 16:30)
Nesse dia, também, o sumo sacerdote de Israel efetuava a limpeza ou purificação do santuário, com sacrifícios de animais. Note agora o que a Bíblia diz a esse respeito: “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos Céus se purificassem com tais sacrifícios; mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém, no mesmo Céu, para compadecer, agora, por nós, diante de Deus.” (Hebreus 9:23 e 24).

Um santuário no Céu e o juízo

Se você analisar com cuidado essa declaração bíblica, chegará à conclusão natural de que existe um Santuário lá nos Céus e que o santuário terreno do povo de Israel era apenas uma figura do verdadeiro que está nos Céus. Bom, se o dia da purificação do santuário de Israel era o dia do juízo para aquele povo, está claro que o dia da purificação do Santuário Celestial será também o dia do juízo da humanidade. Mas quando acontecerá isso? Se descobrirmos essa data, teremos descoberto a data do início do julgamento do planeta em que vivemos. Não é fascinante?
Agora vem algo que surpreende: a Bíblia contém uma profecia quase desconhecida pela humanidade (se você tiver uma Bíblia em casa, é só conferir). Essa profecia esta registrada em Daniel 8:14, e diz assim: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado.” Essa profecia não pode se referir à purificação do santuário de Israel, porque essa purificação era realizada a cada ano. Aqui está falando necessariamente da purificação do Santuário nos Céus. E isto é confirmado pela própria Bíblia (Hebreus 9:25 e 26). Isso que dizer que, se descobrimos quando termina essa profecia, teremos descoberto o dia da purificação do Santuário Celestial, ou seja, o dia do juízo dos seres humanos.
Enquanto Daniel orava pedindo que Deus lhe revelasse o significado da profecia, o anjo apresentou-se novamente ao profeta, dizendo: “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão… Sabe e entende, que desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas e sessenta e duas semanas… E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício.” (Daniel 9:23 a 27).
Nesse texto estão contidos dados necessários para entender a profecia. Com essa declaração bíblica podemos estabelecer o seguinte diagrama: (primeiro leia os pontos explicativos e depois olhe para o diagrama).
  1. Perceba que o período profético de 2300 anos começa quando saiu “a ordem para restaurar e edificar Jerusalém”. (Daniel 9:25; Esdras 7:7 e 11; Esdras 7:21 e 22). E a História registra que essa ordem foi dada pelo rei Artaxerxes, da Pérsia, no ano 457 a.C. Este é, então, o ano do início do período profético.
  2. A profecia diz que, do ano 457 a.C. “até o Ungido Príncipe” (ou seja, o batismo de Jesus), haveria “sete semanas e sessenta e duas semanas”. Esse total de 69 semanas, em linguagem profética, equivale a 483 anos, o que nos leva ao ano 27 d.C., data em que historicamente realizou-se o batismo de Jesus. Até aqui a profecia tem-se cumprido com exatidão.
  3. A profecia fala de uma semana a mais (sete dias proféticos = sete anos), que nos leva do ano 27 d.C. até o ano 34 d.C., quando o apóstolo Estevão foi apedrejado pelo povo judeu e, com isso, o tempo de Israel estava acabado. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo” (Daniel 9:24), tinha dito o anjo ao explicar a profecia para Daniel. Isso também se cumpriu com exatidão.
  4. A profecia afirma que, na metade dessa última semana – que nos leva ao ano 31 d.C. – “fará cessar o sacrifício”. Noutras palavras, Jesus morreria na cruz e já não seria mais necessário o sacrifício de animais que Israel realizava. A História registra que, exatamente no ano 31 d.C., Jesus foi morto, e você pode ver mais uma vez como a profecia se cumpriu de maneira extraordinária.
  5. Até aqui, tudo aconteceu como estava previsto. A profecia foi dada a Daniel por volta do ano 607 a.C. e, séculos depois, tudo se cumpriu ao pé da letra.
  6. Agora me acompanhe no raciocínio. Se, depois do período de 70 semanas (490 anos) continuarmos contando o tempo, concluiremos que o período de 2300 anos termina em 1844. Quer dizer que, naquele ano, segundo a profecia, o Santuário Celestial seria purificado, ou seja, começaria o grande julgamento da raça humana.
2300 anos
  • 457 a.C. – Emissão da ordem para reconstruir Jerusalém (Esdras 7:11 e 12).
  • 408 a.C. – Jerusalém reconstruída e o Estado judeu restaurado.
  • 27 d.C. – Batismo de Jesus (Mateus 3:13 a 17).
  • 34 d.C. – Morte de Estevão (Atos 7:54 a 60); a Igreja é perseguida (Atos 8:1 a 3) e o Evangelho é levado aos gentios (Atos 13:44 a 48).
  • 1844 – Início do Juízo Investigativo (Daniel 8:14; Apocalipse 3:7 e 8).

Vivendo em pleno juízo

Isso é algo surpreendente e de solene significado. A humanidade não pode viver este milénio sem saber que o juízo divino começou. Este não é um assunto para o futuro. Segundo a profecia, foi a partir de 1844 que o destino dos homens começou a ser definido, e milhões de pessoas no mundo ignoram essa verdade. Por isso o Apocalipse declara que era necessário levantar-se um anjo “voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a toda nação, tribo, língua, e povo, dizendo em grande voz: temei a Deus e dai-Lhe glória, pois É CHEGADA A HORA DE SEU JUÍZO“.

Perceba que o anjo voa. Isso é urgente. Voar significa rapidez. Não há mais tempo a perder. Perceba que a mensagem é dada em alta voz. Isso não pode ser ignorado por mais tempo. Precisa ser proclamado em toda a Terra e para todos os seres humanos. E, finalmente, perceba que este evangelho é eterno. Não é nada novo; algo que foi inventado por alguém. Trata-se da história do maravilhoso amor de Deus pelos seres humanos.
Infelizmente, o juízo, por algum motivo, é mal compreendido pela humanidade. Muitos confundem o juízo divino com os flagelos e catástrofes que acontecerão antes da volta de Cristo, e que também estão profetizados no Apocalipse. Só que aqueles flagelos são parte da sentença. Eles são resultado do juízo. Não é juízo. A prisão ou pena de morte, por exemplo, não é o juízo da pessoa, mas a condenação. Juízo é o processo pela qual se considera o caso: existe um juiz, um advogado, um promotor de acusação, testemunhas e provas.
Veja como o profeta Daniel descreve o juízo celestial: “Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias Se assentou; Sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a lã pura… um rio de fogo manava e saía de diante dEle. Milhares e milhares O serviam, e miríades e miríades estavam diante dEle; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.” (Daniel 7:9 e 10) Note, aí estão o Juiz e também os livros.
Agora confira como o juízo é descrito pelo Apocalipse: “E olhei, e eis não somente uma porta aberta como também a primeira voz que ouvi dizendo: sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas.” (Apocalipse 4:1). Depois de que coisas? Depois que a porta for aberta, claro. E quando é que a porta foi aberta?
Uma porta aberta em 1844
No santuário de Israel, a porta que levava do lugar santo ao lugar santíssimo, era aberta a cada ano, no Dia da Expiação (que era o dia do juízo). Com relação ao Santuário Celestial é dito que:
  • “Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para Se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que Ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado.” (Hebreus 9:24 a 26)
(Assim, a oportunidade de Salvação ainda está aberta a todos, inclusive para você! Só que ela acabará quando cristo deixar o Lugar Santíssimo. O evento histórico que marcará isso são a queda das 7 pragas (AP 16). O Espírito Santo sempre tem razão, hoje é o dia de se decidir por Cristo, Hoje é o dia da sua, da nossa salvação. Porque amanhã Cristo poderá ter deixado de ser advogado e será apenas juíz e aí não haverá mais oportunidade de salvação para ninguém!). Veja abaixo o cronograma geral do juízo:
1844 Juízo Pré-Advento………………………………….Término do Juízo………………… 7 Pragas……..Volta de Jesus.

Referências:
Alejandro Bullón, O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse, 1.ª ed., 1998, pág. 29.
1. Seventh-Day Adventist Bible Comentary, vol.7, pág. 827.
2. The Jewish Encyclopedia, vol. 2, pág. 281.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

O significado da doutrina bíblica da criação - Parte VIII

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Isaías 45:18 – “Porque assim diz o SENHOR, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro.”
Jeremias 10:11-12 – “Deuses” que não fizeram o céu e a Terra perecerão! Se o Deus da Bíblia não fez o Universo, então ele é um deus falso! Ele perecerá. Então por que devemos servi-lo como Deus?
Veja as conclusões abaixo para 1 Crônicas 16:25-35 e Salmo 96:2-10.
O Velho Testamento claramente ensina que Deus é claramente provado a ser Deus porque ele fez o céu e a Terra. Mais nada nem ninguém podem ser Deus porque eles não criaram o céu e a Terra. A criação é uma característica que define quem é Deus!
O ponto crucial é: Quem é ou não é Deus? Certamente não é uma questão do ensinamento do Velho Testamento que poderia mudar no Novo Testamento. Mandamentos de como servir a Deus mudaram, mas não quem é Deus nem como podemos saber que ele é Deus (Hebreus 13:8). Como aquilo pode não ser essencial para nossa fé?
[Neemias 9:6; Salmo 100:3; 8:3-9; Isaías 17:7; 40:25, 26; 42:5-9; Jeremias 14:22; 51:15-19]
 Passagens do Novo Testamento.
Atos 4:24 – Os discípulos levantaram a voz a Deus e disseram: “Tu, Soberano Senhor, que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há.”
Atos 14:15 – As pessoas que adoram ídolos devem ser ensinadas a se converterem destas coisas vãs ao Deus vivo, que fez o céu a terra, o mar e tudo que neles há.
Atos 17:24-29 – Mais uma vez os idólatras foram ensinados que não deviam adorar ídolos de ouro ou prata. O Deus verdadeiro que reina o céu e a terra é aquele que fez o mundo e nos dá a vida. Nós somos a sua descendência. Então devemos buscá-lo, pois ele não está longe de nós.
Romanos 1:20 – As coisas que foram criadas por Deus claramente revelam, não só seu poder mas também sua divindade. Eles provam que ele é Deus e aqueles que falham em reconhecer ele como Deus são indesculpáveis. Aqueles que rejeitam estas verdades cairão mais e mais profundamente no erro e serão rejeitados completamente por Deus (veja versículos 18-32).
No Novo Testamento, como no Velho, a criação é a evidência de quem é o Deus verdadeiro. O Deus verdadeiro é aquele que criou o céu e a Terra. Mais nada nem ninguém podem ser Deus porque não criaram o céu e a Terra.
Se o Deus da Bíblia não fez o céu, a Terra e a humanidade então por que devemos lhe reconhecer como Deus? Se ele não fez o Universo então ele não é Deus! Ele seria um falso deus e nós devemos nos desviar dele e procurar e servir aquele que nos fez.

Qualquer teoria que deprecia ou debilita a doutrina bíblica da criação nisso debilita toda a nossa capacidade de até mesmo reconhecer quem Deus é! Como então a doutrina da criação pode não ser uma parte fundamental do evangelho?


Fontes de Estudos e Pesquisa: http://www.estudosdabiblia.net/2003319.htm


Esse artigo foi dividido em nove partes com o objetivo de facilitar o seu estudo e a assimilação para uma melhor conclusão.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A Cura do Cego de Betsaida


A Cura do cego de Betsaida, narrada em Marcos cap. 8:22-26, é uma história que apresenta um lindo simbolismo para nossa edificação.
Entretanto, é preciso examinar os fatos ocorridos anteriormente à cura do cego de Betsaida, para que possamos melhor entender as lições que Jesus deseja nos ensinar nesta passagem.
Betsaida (casa da pesca em Hebraico), era uma aldeia de pescadores que ficava às margens norte do Mar da Galiléia, no local onde o rio Jordão deságua neste mar. Pedro, André e Felipe eram naturais desta cidade.
Betsaida foi citada no discurso que Jesus proferiu contra as três cidades que se recusaram a crer em seus milagres, Betsaida, Corazim e Magdala. Jesus e seus discípulos estavam na região da Galiléia. O Mestre havia realizado a segunda multiplicação dos pães e peixes, alimentando uma multidão de quase quatro mil homens. Após, eles entraram no barco e chegaram em Magdala, onde os fariseus pediram um sinal no céu.
"E ordenou-lhes, dizendo: Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes." Marcos 8:15
O mestre torna a seu barco e parte para Betsaida, na margem nordeste do lago de Genesaré. Durante a travessia ele faz uma recomendação aos seus discípulos, para que se afastassem da doutrina dos fariseus.
mapa de betsaidaO Cego Morava em Betsaida na Margem Norte do Mar da Galiléia.

O Fermento dos Fariseus

Jesus com linguagem figurada, queria dar a entender que a doutrina e os costumes dos fariseus eram perigosos. Na antiguidade o fermento era um símbolo de corrupção e putrefação. Os apóstolos, porém tomaram as palavras do Mestre ao pé da letra. Logo a palavra fermento os fez lembrar do pão material, coisa que eles se haviam esquecido de trazer. Ficaram muito preocupados com tal fato!
"E arrazoavam entre si, dizendo: É porque não temos pão." Marcos 8:16
Este acontecimento mostra que os discípulos continuavam demonstrando falta de discernimento espiritual, apesar dos milagres que eles haviam presenciado.
Jesus os repreendeu para que se lembrassem do que Deus havia feito por eles.
"E Jesus, conhecendo isto, disse-lhes: Para que arrazoais, que não tendes pão? não considerastes, nem compreendestes ainda? tendes ainda o vosso coração endurecido?" Marcos 8:17
"Tendo olhos, não vedes? e tendo ouvidos, não ouvis? e não vos lembrais." 
Marcos 8:18
"E, quando parti os sete entre os quatro mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? E disseram-lhe: Sete." Marcos 8:20
Que situação a dos discípulos! Jesus tinha milagrosamente alimentado multidões, e eles se fadigavam por causa de pão! Eles não refletiam sobre o que viam e ouviam. Contentavam-se em serem meras testemunhas dos milagres de Jesus.
"E ele lhes disse: Como não entendeis ainda?" Marcos 8:21
betsaida fotoA cura do Cego de Betsaida.

Imaginaram que o Mestre lhes falava somente em razão do bem-estar puramente material. Poucas vezes iam além disso.

A Cegueira e a Falta de Fé

Essa falta de fé também acontece conosco. Assim como os apóstolos, temos uma memória curta e esquecemos da provisão divina. Porém temos que aprender a confiar que ele cuida de nós a todo momento. Jesus não desistiria de os fazer ver com perfeição, acerca das coisas espirituais. De certa forma, o cego de Betsaida, representava algo semelhante que ocorria com os apóstolos e conosco também.

O Cego de Betsaida

Desembarcaram em Betsaida, onde logo levaram ao Mestre um cego, suplicando que o curasse. Jesus por meio de atos sucessivos, utiliza deste milagre para simbolicamente, dar-nos lições valiosíssimas sobre a visão espiritual. A cura da cegueira estava ligada a revelação de verdades muito mais profundas. Assim Jesus inicia retirando o cego daquela aldeia, do ambiente de incredulidade, onde a culpa, as lembranças dos erros, os apontamentos e as acusações dos religiosos, de que ele sofria um castigo divino, por seus próprios pecados, onde cego há muito tempo se encontrava. E Jesus o toma pela mão e o tira dali! O Mestre o arranca desse ambiente hostil, onde este pobre cego, não tinha muito valor. Jesus o conduz a um novo local, um novo caminho, uma nova caminhada se incia ao lado de Jesus.
"E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa." Marcos 8:23
A Cura do Cego de BetsaidaJesus Cuspiu nos Olhos e Impôs as Mãos na Cura o Cego de Betsaida.
Cuspir nos olhos pode ser considerado algo um tanto estranho para nós que somos do século XXI, porém de uma forma geral, o uso da saliva na antiguidade, era comum e uma forma de mostrar ao enfermo, de que Jesus queria curá-lo. Assim, o Mestre unge os olhos do cego de Betsaida com sua saliva e pergunta o que ele vê. O texto afirma que ele recobrou a visão, entrou luz em seus olhos, a vida deixou de ser uma total escuridão, a luz trouxe revelações das coisas e pessoas que estavam próximas a ele. Isso acontece com aqueles que encontram a Jesus. Suas vidas deixam de estar envolvidas em densas trevas. A claridade da luz da salvação em Jesus, traz um colorido à vida. Agora há um sentido, um rumo a seguir um norte para se guiar. E isso já havia acontecido com os discípulos. Eles já tinham recebido esta unção que "saía da boca de Jesus". Estavam em constante contato com suas palavras. A luz já havia entrado em seus olhos, em suas vidas. Já não andavam mais na escuridão.

Vejo Homens Como Árvores

Porém, como aquele cego de Betsaida, os discípulos ainda não enxergavam perfeitamente. Por isso Jesus pergunta se o cego de Betsaida via alguma coisa. Porque pra se aferir a saúde visual de alguém, não bastava saber se a luz havia penetrado em seus olhos, mas necessitava saber como ele enxergava as coisas.
"E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam." Marcos 8:24
Então quando perguntado por Jesus, o cego de Betsaida o responde "Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam." Essa resposta de certa forma fazia referência ao que havia ocorrido com os discípulos ainda no barco. Haviam presenciado grandiosos milagres que o Mestre realizara, curas, ressurreições, multiplicação de pães e peixes, porém não conseguiam enxergar a mensagem espiritual de tudo aquilo que Jesus fizera. Suas visões não estavam ainda perfeitas. Eles tinham uma visão coisificada da vida. Como o cego de Betsaida que via os homens como árvores, via homens como coisas, assim os discípulos também viam somente as coisas da vida, enxergavam somente o contexto material dos ensinamentos de Jesus. E Jesus nesta cura em duas etapas, parece querer ilustrar que os seus discípulos já possuíam a luz da vida, mas seus valores estavam atrelados ao concreto, ao palpável ao físico, sem muito discernimento espiritual. Ou seja, o Mestre estava a demonstrar que havia uma "enfermidade" em suas mentes, que atrapalhava a sua visão. Seus olhos funcionavam bem, porém os valores que suas mentes associavam estavam distorcidos.

A Renovação do Entendimento

Igualmente pode acontecer conosco também. Muitas vezes dizemos possuír a luz da vida, conhecemos a Jesus, nos julgamos salvos, achamos que conhecemos o evangelho. Porém nossas mentes podem estar, ainda, com valores não muito corretos. Quantas vezes não nos enganamos a respeito de vários assuntos? O evangelho está um tanto coisificado nos dias atuais. A mensagem não pode ser excessiva, em possuir bens materiais. Sem falar de nossos conceitos e preconceitos que as vezes nem nos damos conta que possuímos. Há pessoas que demonstram ter muito comprometimento com o Reino de Deus, trabalham muito na obra de Deus, porém tem discursos e atitudes preconceituosas em relação ao outro. Machismo, discriminação contra a mulher, se acham mais santos, dificuldade em tolerar o erro alheio, difíceis de perdoar ao próximo, pensam em si mesmos em primeiro lugar. Não enxergam os "inimigos", como alguém a amar como a si mesmo. Há ainda muita dificuldade em lidar com sucesso, derrota e vitória.
"Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu cada homem claramente." Marcos 8:25
Por isso Jesus torna a por as mãos sobre os olhos do cego de Betsaida e curando a sua mente, o faz enxergar corretamente. Jesus poderia o ter curado totalmente em apenas uma etapa. Mas o Mestre queria nos deixar este ensinamento. É necessário que a luz entre em nossos olhos, mas quem enxerga verdadeiramente é a mente. Por isso é preciso uma renovação em nosso pensamento. Não podemos achar que já sabemos, que "estamos no evangelho há trinta anos". Precisamos refletir nossas atitudes, nossos conceitos e pedir a Jesus que imponha suas poderosas mãos e nos abram a visão, para que possamos ver e enxergar o espiritual de Deus.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Momento de Natal 2015

No dia 23 de Dezembro de 2015, realizamos um momento de Natal para as crianças do Núcleo Rural São José em Planaltina-DF, na Igreja ADET dirigida pelo nosso amigo e irmão em Cristo Pastor Clóves e por sua esposa Missionária Raquel. Durante o evento teve algodão doce, cachorro quente, cama elástica, música, teatro, distribuição de doces e lembrancinhas para as crianças. Ao final do evento um Culto de ação de Graças pela chegada do Natal e pedindo a benção de Deus nas vidas das crianças e de suas famílias.










 


video

Se você desejar contribuir para que esse trabalho social e de evangelismo continue e tenha um crescimento significativo, você encontra informações neste site. Levando a Palavra de Deus e a obra social em conjunto, para que sejam amenizadas algumas necessidades básicas de muitas pessoas.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Terra de Israel - Parte II


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ANFITEATRO - Romano. Revela como esta cidade era muito povoada e apreciada especialmente pelos nobres romanos que governavam Israel.

CESAREIA - RESTOS DO PORTO
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PEDRA DE PILATOS

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Durante mais de um século, filósofos, historiadores e teólogos colocaram em causa a existência de Pilatos (a única referência consistente era bíblica). Esta pedra, veio falar alto e bom som, o nome de Pilatos está bem patente o nome do governador, bem como o período em que governou e coincide com o Ministério do Senhor Jesus.

MONTE DAS BEM-AVENTURANAÇAS

[Monte+das+Bem-Aventuranças.jpg]

Mateus 5:1 a 12 - E JESUS, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. 

[VALE+DE+ARMAJEDOM.jpg]

PLANÍCIE DE MEGIDO-ARMAGEDOM
Local das batalhas


LAGAR DE AZEITE FAMILIAR

[PEDRA+DE+AZEITE.jpg]

8. Normas da ABNT

7. Estrutura de uma Monografia

6. Estilo e Redação de um Texto, Observação e Linguagem Cietífica

5. Estrutura de um Projeto e Técnicas de Leitura

4. Métodos Quantitativos, Qualitativos e Coleta de Dados

3. Pesquisa - Tema, Problema, Hipótesese Variáveis

2 O Método Científico e os Tipos de Pesquisa

1 O Pensamento Evolutivo

Classificação da Perseguição Religiosa 2016!

Classificação da Perseguição Religiosa 2016!
Classificação dos 50 Países com Perseguição Religiosa, onde seguir à Jesus pode custar a vida. Atualizado em 2016.

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