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Escola Bíblica Dominical - 2º Trimestre 2017 - Lição Nr 09

sábado, 11 de abril de 2015

Missões 2...

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Missões ao mundo islâmico

1. Alcançáveis ou não?
Existe uma percepção no Ocidente de que os muçulmanos são difíceis de ser alcançados para Cristo. O fato é que historicamente as igrejas têm investido pouco no mundo islâmico, em termos comparativos. Porém, a experiência mostra que os muçulmanos são alcançáveis.

No Norte da África não há nenhuma igreja cristã reconhecida como tal, mas somente grupos que funcionam de forma subterrânea (Líbia, Tunísia, Argélia, Marrocos, Mauritânia). Já no Oriente Médio existe um número considerável de cristãos e igrejas em vários países islâmicos, tais como Egito, Jordânia, Síria e Iraque. No Líbano, cerca de 50% da população é cristã. No Líbano, Egito e Jordânia existem igrejas de todas as denominações, escolas e universidades cristãs, livrarias cristãs e programas radiofônicos cristãos.

A maioria dos que têm se convertido a Cristo no Norte da África são berberes, tribos que foram forçadas a aceitar o islã. Numa aldeia dessa região houve um avivamento em que durante três anos cerca de 300 pessoas se converteram a Cristo. Raimundo Lúlio, um missionário espanhol, trabalhou nessa região no século 13. Ele escreveu: “Os muçulmanos só podem ser ganhos para Cristo através do suor, das lágrimas e ainda da morte”.

2. Perseguição
As perseguições fazem parte rotineira da vida dos cristãos que vivem no mundo muçulmano. Elas podem se manifestar de várias maneiras. (1) Perseguição de indivíduos: perda da família, emprego, status, identidade e nacionalidade (por exemplo, na Malásia). (2) Perseguição por grupos fundamentalistas: destroem igrejas, queimam negócios de cristãos, matam líderes (por exemplo, no Egito). (3) Perseguição como política do Estado: Egito, Malásia, Irã, Arábia Saudita, Paquistão, Nigéria, Sudão. (4) Opressão do cristianismo por parte de operações islâmicas internacionais. (5) Perseguição promovida pela atividade dos cristãos ocidentais. Exemplos: ações impensadas de missionários e igrejas, invasão do Iraque pelos Estados Unidos, apoio incondicional do Ocidente a Israel.

3. Barreiras
Há alguns fatores que dificultam a aceitação do cristianismo pelos muçulmanos: (a) Não encontram respeito, aceitação e amor entre os cristãos: os muçulmanos são sinceros em sua busca de Deus, oram regularmente, jejuam. (b) Eles têm uma idéia errônea sobre o cristianismo: pensam que os cristãos são imorais, que bebem muito e se embriagam, etc. (c) Os muçulmanos ligam o islamismo com a cultura e a nacionalidade: deixar o islã é ser um traidor do seu país ou povo; é preciso mostrar-lhes que o cristianismo não é uma religião ocidental, mas teve origem no Oriente. (d) Medo da perseguição: quase sempre a aceitação do cristianismo implica em algum tipo de sofrimento. (e) Precisam ter uma boa razão para abandonar o islamismo e abraçar a fé cristã. É necessário apresentar-lhes Cristo acima de tudo. A relação pessoal entre Deus e o ser humano e o seu amor pela humanidade é a grande diferença entre o islã e o cristianismo.

4. Preparação de obreiros
Existem alguns passos a serem dados na preparação das pessoas para trabalhar entre os muçulmanos: (1) Estudar a Bíblia e suas doutrinas com profundidade (não tentar destruir o Alcorão); (2) Estudar apologética (argumentos de defesa da fé cristã); (3) Estudar sobre aconselhamento (oportunidade especial para mulheres); (4) Ter uma profissão e um título (algo valorizado nas culturas islâmicas); (5) Começar entre os muçulmanos que vivem no nosso próprio país; (6) Ter um relacionamento de amizade sincera; (7) Orar por eles.

5. Estratégias
É importante utilizar abordagens que revelem sensibilidade cultural. Por exemplo, usar o Corão como uma ponte. O Corão tem alguns versos magníficos sobre Jesus, onde ele é apresentado como um grande profeta e alguém muito próximo de Deus. Jesus é chamado “a Palavra de Deus” (4:171) e “o Espírito de Deus” (2:87). Atribuem-se a ele as seguintes palavras: “A bênção de Deus está sobre mim aonde quer que eu vá” (19:30). Também pode ser traduzido como: “Deus me fez abençoado onde quer que eu esteja”. No Corão, Jesus é o único profeta que ressuscita os mortos. Também se faz menção dos seus milagres e curas e do seu nascimento virginal. Virtualmente todos os convertidos do islã dizem que o Deus que eles conheciam de modo distante no Corão eles agora conhecem mais plenamente em Jesus Cristo.

Muitas pessoas tratam o islã como se fosse um bloco monolítico, deixando de considerar que ele ostenta uma enorme diversidade. Isso significa que existem diferentes graus de resistência ao cristianismo e que os métodos evangelísticos a serem utilizados devem diferir de um grupo para outro. Por exemplo, o número de muçulmanos abertos para o cristianismo na Indonésia, o maior país islâmico do mundo, é muito grande. Uma estratégia frutífera tem sido enviar cristãos árabes para trabalhar na Indonésia, ensinando o árabe e pregando o evangelho. Na Arábia Saudita, tem sido considerável o impacto dos cristãos coreanos, algo intrigante para os sauditas.

6. Vantagens dos latinos
latinos têm algumas vantagens como obreiros para o mundo muçulmano: (a) São mais flexíveis que os anglo-saxões, por exemplo, na maneira de encarar o uso do tempo (os árabes podem gastar três para tomar chá e conversar); (b) A hospitalidade latina é semelhante à árabe; (c) Os latinos valorizam o grupo e são menos individualistas que os povos do hemisfério norte; (d) Os árabes, como os latinos, dão muita importância à posição social, aparência e títulos pessoais; (e) Existem também as semelhanças no aspecto físico.

Referências:
· Federico A. Bertuzzi (ed.). Rios no Deserto: palestras sobre evangelização de muçulmanos. São Paulo: Editora Sepal, 1993. Primeira Consulta Latina de Evangelização de Muçulmanos, 10-13 abril 1990, Orlando, Flórida.
· Ralph D. Winter e Steven C. Hawthorne (eds.). Missões Transculturais. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.
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