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Escola Bíblica Dominical - 4º Trimestre 2017 - Lição Nr 04

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Minizinha

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Exortações...

Exortações Encontradas no Estudo do Santuário

Texto principal
"Tendo grande Sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura" (Hb 10:21, 22).
No livro de Hebreus, passagens sobre a fé cristã se alternam com passagens sobre a vida cristã. Em outras palavras, a teologia tem implicações práticas. O "quê" da fé leva ao "como" do viver a fé. Depois de pintar o magnífico quadro teológico de Cristo como nosso sacrifício e Sumo Sacerdote (Hb 7:1–10:18), o autor de Hebreus encorajou e exortou os cristãos a viver de acordo com as implicações dessas verdades. Essa exortação é especialmente vista em Hebreus 10:19-25.
Em grego, essa passagem é uma frase longa e complexa. Ela consiste de dois fatos básicos que levam a três exortações, cada uma delas começando com um apelo especial (aproximemo-nos, guardemos e consideremos). Cada uma das exortações contém um dos elementos da tríade familiar da fé, esperança e amor. Além disso, cada uma das exortações contém outro aspecto da fé cristã.
Nesta semana, estudaremos Hebreus 10:19-25 e suas exortações práticas para a vida cristã.
Acesso ao santuário celestial
1. Leia Hebreus 4:16; 6:19, 20; 10:19-21. A que os cristãos têm acesso, e o que isso significa para nós? Que esperança é oferecida ali e que impacto essa esperança deve ter sobre nossa vida e fé?
Pela fé, os cristãos têm acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus. Podemos buscar intimidade com Deus, porque nossa "entrada" se tornou possível pelo sangue de Cristo e porque Ele nos representa como Sumo Sacerdote. Os textos nos asseguram que nossa alma tem uma âncora, Jesus Cristo, que está na presença de Deus (Hb 4:14-16; 6:19, 20). A garantia para nós é de que Cristo obteve pleno acesso a Deus depois de ter sido empossado como Sumo Sacerdote celestial (Hb 6:20). Ao tomar posse, Cristo Se assentou no trono celestial, uma imagem que demonstra Seu status real (Ap 3:21).
A boa notícia para nós é que nosso Representante está na presença do Pai. Nenhum mero sacerdote terreno, pecador, ministra em nosso favor. Temos o melhor Sacerdote! Nada separa o Pai do Filho. Visto que Cristo é perfeito e sem pecado, não é preciso haver um véu que proteja Jesus, nosso Sumo Sacerdote, diante da santidade de Deus (Hb 10:20).
"O que a intercessão envolve? É a cadeia dourada que liga o homem finito ao trono do infinito Deus. O ser humano, para cuja salvação Jesus morreu, se dirige insistentemente ao trono de Deus, e sua petição é levada por Jesus que o comprou com o próprio sangue. Nosso grande Sumo Sacerdote coloca Sua justiça ao lado 
do suplicante sincero, e a oração de Cristo se mistura com a do suplicante humano" (Ellen G. White, Para Conhecê-Lo, p. 78).
Temos uma grande certeza de que podemos ter íntima comunhão com o Pai, por causa do que Jesus fez e está fazendo por nós!
O que significa o fato de que Jesus está intercedendo por você no Céu? Por que você precisa tanto dessa intercessão?
Purificado e sincero
2. Quais são as condições para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial? Hb 10:22
De acordo com esse verso, os adoradores devem cumprir quatro condições quando se aproximam de Deus:
A) Aproximar-se com um coração sincero. O coração é nosso ser interior, nossos pensamentos, nossas motivações, emoções, nossa vontade e nosso caráter. Deus deseja que sejamos sinceros. No entanto, o coração só pode se tornar sincero se for purificado. Isso não significa que somos perfeitos, mas que estamos nos esforçando para revelar o caráter de Cristo.
B) Aproximar-se em plena certeza de fé. Como vimos no estudo de ontem, não há mais razão para duvidar de que teremos acesso a Deus.
C) Aproximar-se com o coração purificado de má consciência. A aspersão do coração é uma linguagem do santuário que se refere ao sangue aspergido sobre o povo no tabernáculo do deserto (Êx 24:8; Lv 8:23, 24), o que os purificava ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hb 9:9, 13). No entanto, a purificação no verdadeiro tabernáculo do Céu é uma purificação da consciência, efetuada pelo sangue de Cristo (Hb 9:14). A justificação do pecador arrependido é simbolizada por essa purificação. Podemos ter uma consciência purificada porque fomos perdoados.
D) Aproximar-se com o corpo lavado com água pura. Isso parece referência ao batismo cristão, mas também podemos entender essa expressão em sentido mais espiritual, como a "lavagem de água pela Palavra" (Ef 5:26), quando lemos a Bíblia e aplicamos seus princípios à nossa vida.
Em Tiago 4:7, 8, o autor luta contra a atitude da mente dividida de seus leitores. Aparentemente, eles haviam perdido sua dedicação exclusiva a Deus. Haviam feito concessões e estavam em perigo imediato. Ele usa linguagem associada à pureza no santuário. A ideia de que só é possível aproximar-se de Deus se ocorrer a purificação é realmente um conceito relacionado ao santuário.
Deve ficar claro que somente Deus pode purificar nosso coração. A questão é: Que escolhas podemos fazer, por mais difíceis que sejam, para permitir que Sua graça opere em nossa vida?
Fé: seja confiante
Leia Hebreus 10:19-25 novamente. Um tema que aparece repetidamente é a "confiança". No Novo Testamento, a palavra grega para "confiança" (Hb 10:19) se refere a ousadia, coragem e intrepidez que descrevem nosso relacionamento com Deus.
Originalmente, a palavra se referia à liberdade para falar, que, nesse contexto, poderia significar especificamente que a pessoa podia livremente se aproximar de Deus em oração. Esse tipo de abertura em nosso relacionamento com Deus produz uma alegre confiança. O motivo e objeto da nossa confiança é que temos um Sumo Sacerdote no Céu, mediante o qual podemos ter acesso à presença de Deus. Esse acesso é ilimitado e não é bloqueado por coisa nenhuma, exceto nós mesmos e nossas escolhas erradas. Temos um convite aberto para entrar no santuário celestial.
De onde vem essa confiança? Ela não é produzida por nós mesmos, mas pelo reconhecimento de que o sangue de Jesus conquistou para nós o acesso à presença de Deus.
3. Há outros textos em Hebreus que falam sobre confiança e certeza: Hb 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1. Que tipo de confiança esses textos descrevem?
Certeza e confiança não nos ancoram em nós mesmos, mas unicamente em Cristo. Essas condições não dependem de quem somos, mas de quem é nosso Mediador. Curiosamente, não há nenhuma sugestão de que os cristãos teriam menos do que "plena certeza" (Hb 6:11; 10:22). Obviamente, o novo caminho, que foi aberto para sempre mediante a morte de Jesus, conduzirá sem falta à plena confiança. Nada menos que isso é esperado.
Há duas formas de obter a confiança cristã e mantê-la pela fé. Uma delas é pela própria fé (Ef 3:12); a outra é pelo fiel serviço cristão aos outros (1Tm 3:13). Ambos os aspectos são necessários e importantes. Além disso, em Hebreus, a certeza de fé e a exortação para demonstrar a fé cristã andam de mãos dadas. A vida cristã nunca é separada da fé cristã.
Quais coisas desafiam sua confiança em Deus ou sua plena certeza da boa vontade divina para com você? O que você pode fazer para se proteger desse perigo espiritual?
Esperança: ser firme e inabalável
4. Leia os textos abaixo. O que há em comum entre eles? A que os cristãos devem se apegar? Hb 3:6 ; Hb 3:14; Hb 4:14; Hb 6:18; Hb 10:23
Além de ter certeza da salvação, é importante perseverar e manter a esperança que nos é oferecida. Em Hebreus, apegar-se ("guardar firme") é um apelo solene. Tem-se a impressão de que alguns cristãos estavam se afastando da fé e da esperança cristã. O apóstolo precisou encorajá-los a não desistir. O texto expressa de modo muito semelhante as coisas que valem a pena ser mantidas: esperança, confiança, certeza e confissão. Em um sentido objetivo, todos esses termos se referem à crença cristã. Podemos fazer essas coisas porque nossa esperança não está em nós mesmos, mas em Jesus e no que Ele fez por nós. No momento em que nos esquecermos dessa verdade fundamental, certamente perderemos a confiança.
Estes textos nos desafiam a ser firmes desde o "princípio" (Hb 3:14) "até ao fim" (Hb 3:6, 14; 6:11). Fazer isso "sem vacilar" (Hb 10:23) é uma indicação de fé imutável e inabalável. Sejam quais forem as circunstâncias, nossa esperança permanece a mesma, nosso compromisso com Deus não muda, porque podemos crer que Ele é fiel e fará o que prometeu.
Não há dúvida de que Deus é fiel à Sua Palavra. Ele cumpriu a promessa que tinha feito a Abraão e Sara (Rm 4:19-21); cumpriu a promessa da primeira vinda de Cristo (Gl 3:19) e cumprirá a promessa de Sua segunda vinda (Hb 12:26). No entanto, a última promessa de Deus é a vida eterna, a qual Ele prometeu mesmo antes do princípio do tempo (Tt 1:2; 1Jo 2:25).
A fidelidade de Deus é imutável. Mesmo que sejamos "infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo" (2Tm 2:13). Nossa infidelidade ou descrença não mudará a intenção divina para conosco. Suas promessas não são abaladas pelas nossas falhas morais. As promessas ainda estarão disponíveis para nós, porque fidelidade é parte da natureza divina.
É muito fácil ficar desanimado por causa dos nossos pecados. Como podemos vencer esses pecados e, ao mesmo tempo, não desistir da fé quando erramos? Por que devemos nos apegar a essas promessas, especialmente quando falhamos?
Amor: incentivando uns aos outros
"Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras" (Hb 10:24).
Considerando que a exortação em Hebreus 10:23 focaliza a atitude individual, a exortação seguinte em Hebreus 10:24 é dirigida à comunidade cristã. Não andamos sozinhos em nosso caminho com Cristo. Devemos cuidar uns dos outros de forma constante.
O desafio de amar uns aos outros é um componente tradicional do comportamento cristão (Jo 13:34, 35; Gl 5:13). No entanto, amar uns aos outros não acontece naturalmente. O ato de "considerar" sugere reflexão concentrada e cuidadosa. Somos instados a prestar atenção aos nossos irmãos e considerar como poderíamos encorajá-los a amar os semelhantes e a fazer boas obras. Infelizmente, é mais fácil provocar e hostilizar os outros do que estimulá-los ao amor cristão, não é mesmo?
Então, vamos consolidar nossos esforços para trabalhar pelo melhor da comunidade, de modo que, por causa do nosso incentivo ao amor, os outros também não consigam deixar de amar e realizar boas obras.
5. Leia Hebreus 10:24, 25. O que "amor" e "boas ações" têm a ver com o ato de congregar com os irmãos?
Um ponto salientado pela epístola aos Hebreus é que devemos expressar amor uns aos outros nas reuniões cristãs. Se alguém não vai ao culto, como pode cumprir a lei do amor de Cristo? Algumas pessoas podem pensar que têm "boas" razões para se ausentar das reuniões cristãs. No entanto, a epístola aos Hebreus aborda a questão sensível de que, no fim, pode ser a sua própria apatia que os leva a faltar às reuniões. Se alguém quiser, sempre encontrará razões para deixar de frequentar a igreja e outras reuniões cristãs. Essas razões, entretanto, são irrelevantes em contraste com a razão para ir às reuniões: ser uma bênção aos outros.
Essa prática se torna ainda mais urgente à medida que o dia da volta de Cristo se aproxima. No início de Hebreus 10:19-25, o autor advertiu os cristãos a se aproximarem de Deus no santuário celestial e, em sua conclusão, ele relembrou que o Dia do Senhor se aproximava deles. A vinda de Cristo deve ser sempre a principal motivação para o comportamento cristão.
Em sua igreja, quem você deseja incentivar com as suas palavras, ações, ou apenas por sua presença? Se você tem esse propósito estabelecido, pode fazer grande diferença na vida das pessoas e, por sua vez, ser igualmente abençoado.
Estudo adicional
"O Mediador, em Seu ofício e obra, excederia grandemente em dignidade e glória o sacerdócio terreno, simbólico. [...] Esse Salvador devia ser um mediador, para ficar entre o Altíssimo e Seu povo. Mediante essa provisão, um caminho foi aberto pelo qual o pecador culpado pode encontrar acesso a Deus pela mediação de outro. O pecador não podia se aproximar em sua própria pessoa, com sua culpa sobre ele, e sem maior mérito do que possuía em si mesmo. Unicamente Cristo podia abrir o caminho, apresentando uma oferta à altura das exigências da lei divina.[...]. A extensão das terríveis consequências do pecado nunca poderia ter sido conhecida, se o remédio provido não tivesse sido de valor infinito" (Ellen G. White, The Spirit of Prophecy [Espírito de Profecia], v. 2, p. 11).
"A fé na expiação e intercessão de Cristo nos manterá firmes e inabaláveis em meio às tentações que pressionam a igreja militante" (Ellen G. White, SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 7A, p. 484).

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