Escola Bíblica Dominical - 3º Trimestre 2017 - Lição Nr 13

sábado, 10 de maio de 2014

MOISÉS E A ESCRITA ALFABÉTICA

 










A História tem calado muitos críticos da Bíblia. A redacção do Pentateuco (os primeiros cinco livros da Bíblia) por Moisés é um bom exemplo. Afirmava-se que a invenção do alfabeto tinha sido feita pelos séculos XII ou XI a.C. Isso era apresentado como um argumento para “provar” que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco, visto que no seu tempo ainda não se tinha inventado a arte de escrever. No entanto, escavações arqueológicas em Ur, na antiga Caldéia, vieram comprovar que Abraão era cidadão de uma metrópole altamente civilizada. Nas escolas de Ur, os meninos aprendiam leitura, escrita, Aritmética e Geografia. Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblos e em Ras Shamra, que muito anteriores ao tempo de Moisés (1500 a.C.).Estudiosos recentemente argumentaram que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco. O arqueólogo William F. Albright datou essa escrita como sendo do início do século XV a.C. (tempo de Moisés). O interessante é notar que essa escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever os livros (Êxodo 17:14). Vejamos o que disse Merryl Unger sobre a escrita do Antigo Testamento: “A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registar a divina revelação, em vez do difícil e incómodo cuneiforme de Babilónia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egipto.”
Se o alfabeto tivesse sido realmente inventado pelos fenícios, cuja existência foi posterior a Moisés, e se as escritas anteriores – hieroglífica e cuneiforme – foram apenas decifradas no século passado, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só poderia fazê-lo em hieróglifos, língua na qual a própria Bíblia diz que Moisés era perito (Atos 7:22) e, nesse caso, o Antigo Testamento teria ficado desconhecido até o século passado, quando o francês Champollion decifrou os hieróglifos egípcios. Acontece que, no princípio do século XX, nos anos 1904 e 1905, escavações na península do Sinai levaram à descoberta de uma escrita muito mais simples que a hieroglífica, e era alfabética! Com essa descoberta, a origem do alfabeto transportou-se da época dos fenícios para a dos seus antecessores, séculos antes, os cananitas, que viveram no tempo de Moisés e antes dele. Portanto, foram estes antepassados dos fenícios que simplificaram a escrita. E passaram a usar o alfabeto em lugar dos hieróglifos, isto é, sinais que representam sons ao invés de sinais que representam ideias. Moisés, tendo vivido 40 anos numa região (Midiã) onde essa escrita era conhecida, viu nela a escrita do futuro, e passou a usá-la por duas grandes razões: (1) a impressão grandiosa que teve de usar uma língua alfabética para os seus escritos e que se compunha de apenas 22 sinais bastante simples comparados com os ideográficos que aprendera nas escolas do Egipto; (2) Moisés compreendeu que estava a escrever para o seu próprio povo, cuja origem era semita como a dos habitantes da terra onde estava a viver, e que não eram versados em hieróglifos por causa da condição de escravos a que estavam submetidos.Graças a tudo isso, a Bíblia pôde exercer grande e positiva influência na história da humanidade. E pode ter influência sobre você também. Já leu a sua Bíblia hoje?




 

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